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Entrega de viaturas na Cidade de Goiás e em Jataí

As solenidades de entrega de viaturas nas Cidades de Goiás e de Jataí foram realizadas na manhã da quarta-feira, 15 de abril de 2009.

Durante os eventos além do Secretário de Segurança Pública de Goiás, Ernesto Guimarães Roller e do Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Carlos Antônio Elias compareceram várias autoridades civis, militares e eclesiásticas, sendo que todas que usaram a palavra foram unânimes em elogiar o governo do Estado pelos investimentos na área de segurança pública, em todas as pastas.

Para o 6º Batalhão de Polícia Militar, sediado na Cidade de Goiás, foram entregues 03 (três) viaturas de área e 01 (uma) para o Ambiental, já o 15º BPM de Jataí recebeu 04 (quatro) viaturas e a Companhia do Corpo de Bombeiros da Região foi contemplada com 01 (um) veículo.

As comunidades de ambos os municípios manifestaram total apoio à Corporação no que diz respeito às ações e atividades desenvolvidas pela Polícia.

Texto: Tenente Neila

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Policiais Australianos visitam a PM Goiana

Comitiva do Rotary Internacional visita Academia de Polícia Militar

Na última terça-feira (07), a Academia de Polícia Militar recebeu a visita de uma comitiva do Rotary Internacional composta por quinze membros, sendo quatro civis australianos, três policiais australianos e sete civis do Rotary Goiânia.

Coordenada pelo coronel R/R Lúcio Borges, a visita teve por objetivo a divulgação ao grupo das estratégias, ações e inovações adotadas pela Polícia Militar de Goiás no campo da segurança pública.

O reconhecimento da Polícia Militar de Goiás como referência nacional foi abordado pelo comandante geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias, em uma palestra que destacou a execução das missões constitucionais da preservação da ordem pública e do exercício de polícia ostensiva pela PM nas vinte e sete unidades federativas do Brasil.


Ao agradecer a atenção dispensada pelo comandante geral da PM na recepção do grupo e palestra, o coronel R/R Lúcio Borges enfatizou o seu orgulho em ter servido a Polícia Militar de Goiás, instituição esta que, em sua opinião, é a melhor do país no que se refere à logística, efetivo e ações estratégicas.

Encerrando a visita, o Batalhão de Choque, através do Giro, Canil e Choque Motorizado, simulou o emprego operacional dos grupos especializados da PMGO nas ruas de Goiânia. Simulação essa que foi coordenada pelos tenentes Geovanni e Barcelos, oficiais do BPMChoque.

Para Amy Brewis, oficial de polícia na Austrália há cinco anos, o preparo e profissionalismo demonstrado pelos policiais militares refletem o investimento da Corporação em força, energia e inteligência para a construção de um projeto coletivo de segurança. Já Peter Northey, oficial de polícia no Estado de Nova Gales do Sul, assegura que a Polícia Militar de Goiás merece o respeito que possui junto a comunidade em que atua, pois possui policiais preparados e capacitados para o cumprimento de suas missões institucionais.

Michelle Calvert, líder do grupo, é oficial de polícia investigador sênior do Departamento Federal da Procuradoria-Geral (Unidade de Crimes de Guerra) e de outros departamentos governamentais da Austrália. Ela foi Oficial Sênior de Educação de um grupo consultivo de intoxicação por chumbo. Michelle também foi Conselheira de Governo Local e, recentemente, recebeu um prêmio de Patrimônio Estadual pelo seu trabalho na comunidade. Atualmente atua como investigadora no Departamento de Educação.

Amy Brewis trabalha atualmente como gerente de juventude no Clube da Juventude da Polícia e Comunidade de St George, também no Estado de Nova Gales.  Seu trabalho atual envolve casos de gestão interagenciais relacionados com jovens delinqüentes ou em situação de risco no seio da comunidade local, como também a execução de programas de prevenção da criminalidade juvenil.

Peter Northey trabalha como agente de ligação escolar num universo de 26 escolas do ensino médio e mais de 16.000 estudantes. Peter visita as escolas e conduz sessões de trabalho sobre prevenção da criminalidade, além de trabalhar com jovens delinqüentes com o objetivo de reduzir criminalidade.

Componentes da Comitiva Australiana

  • Michelle Calvert – Líder do Grupo
  • Sheetal Challam
  • Amy Brewis
  • Liz Depers
  • Alaina Mackay
  • Peter Northey

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Fotos da reunião com a secretaria de segurança pública

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Autoridades da Segurança se preparam para Conseg

Fonte: Diário da Manhã

Autoridades de Segurança Pública, representantes da sociedade organizada e civil estiveram reunidos na tarde de ontem no auditório da Secretaria Estadual de Segurança Pública. Eles formam a Comissão Organizadora (Coe) da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), que ocorrerá entre os dias 27 a 30 de agosto deste ano, em Brasília.

O Ministério da Justiça quer a participação de segmentos sociais na elaboração de programas para a Segurança Pública Nacional. A Conseg acontecerá em três etapas: municipal, estadual e nacional. Nos meses de abril e maio acontecem as etapas municipais. O coronel Cézar Pacheco, representante da Polícia Militar (PM) no grupo de trabalho, explica que as conferências no interior ocorreram nas 14 regionais da PM e da Polícia Civil, que reunirão prefeitos, vereadores e cidadãos das cidades próximas.

Para o coronel, a proposta facilita a participação das comunidades no processo de composição da 1ª Conseg e abre espaço para os municípios apresentarem contribuições no processo de elaboração de uma nova política nacional de segurança pública.

Em junho, nos dias 5, 6 e 7 haverá o encontro estadual, no Centro de Convenções, para reunir as informações e formular uma proposta para ser apresentada na conferência em agosto e a escolha de 52 representantes goianos que serão enviados para a etapa nacional, em Brasília.

A quantidade de representantes foi feita de acordo com a faixa populacional de cada unidade da Federação. Estados com até 3,5 milhões de habitantes indicarão 26 representantes; com até 7 milhões, 51. Os Estados com população de até 10 milhões de pessoas garantirão 77 lugares na etapa nacional.

O peso para Estados com até 15 milhões de habitantes será de 103 votos; para os que têm até 20 milhões, 128. Por fim, Estados com população superior a 20 milhões de pessoas ocuparão 154 lugares no plenário em Brasília. As etapas estaduais também definirão propostas regionais que integrarão a pauta da 1ª Conseg.

Mobilização
A mobilizadora da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, Daisy Cordeiro, consultora do Ministério da Justiça, que acompanha os Estados de Goiás e Tocantins e o Distrito Federal destaca que o projeto é uma inovação, pois aproxima o cidadão desses trabalhos na criação de propostas efetivas de segurança.

Ela afirma que o Brasil se prepara para dar mais um passo importante no fortalecimento do processo democrático e na ampliação do exercício da cidadania. “É uma iniciativa inédita destinada à superação de entraves que colocam o tema entre as três maiores preocupações dos brasileiros”. Ela pontua que o processo de mobilização, preparação e realização é totalmente livre e deverá ser feito de acordo com a realidade local e perfil dos participantes para garantir que o plano seja eficaz.

O comandante-geral da PM, Carlos Antônio Elias, afirma que é um fato inédito e uma chance para descobrirem se há falhas na segurança. “Vai ao encontro dos interesses do cidadão.”

“Queremos ouvir o cidadão”

O delegado Daniel Felipe Diniz Ardoni, coordenador da equipe, informa que 30% do grupo de trabalho é formado por profissionais de Segurança Pública, 30% de gestores públicos e 40% da sociedade civil organizada. “Queremos ouvir o cidadão”, ressalta o delegado. Ele explica que o encontro estadual reunirá os representantes do interior e os de Goiânia para irem a Brasília representar Goiás. Destaca ainda que é uma oportunidade para organizar a disponibilização de recursos e mostrar que o povo também tem papel na segurança social.

A presidente do Cevam, Maria das Dores Dolly, faz parte do comissão organizadora e revela que é uma oportunidade única e importante para que organizações revelem às autoridades problemas particulares que colaboram na segurança.

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Registro de homicídios é o menor em 4 anos

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Marcos Coelho
Da Editoria de Cidades

Os dois primeiros meses de 2009 já registram o menor número de homicídios dos últimos quatro anos na Capital. Comparados a 2008, os dados da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (Deih) indicam ainda redução de 40,96% de assassinatos. Só em fevereiro, 50% de mortes a menos foram computadas. Foram 15 assassinatos contra 30 no mesmo período do ano passado. A Operação Legalidade, deflagrada pela Polícia Militar em janeiro, que fechou mais de 2 mil bares em Goiás, é apontada pelas autoridades em Segurança Pública como um dos principais fatores responsáveis pelos números positivos.

Se a média de 0,8 mortes/dia continuar, a estimativa é que 2009 registre 298 homicídios. Mas o secretário estadual de Segurança Pública, Ernesto Roller, garante que a tendência é que nos próximos meses os assassinatos reduzam ainda mais. Ele pontua que a ordem desde que assumiu o cargo é lutar intensamente contra a criminalidade. Para o secretário, a redução está ligada a uma série de fatores, como investimentos, preparação e capacitação dos policiais e aumento de efetivo, e não há ações isoladas.

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Polícia comunitária sai do papel

polcom

Diário da Manhã | 01 de Março de 2009 | Edição nº 7784

Marcos Coelho
Da Editoria de Cidades

Novas diretrizes começam, nesta semana, a ser implantadas na área administrativa e operacional da Polícia Militar do Estado de Goiás. A informação é do comandante-geral da corporação, coronel Carlos Antônio Elias. Entre as primeiras medidas que já entram em vigor, está o projeto Polícia Comunitária. O comandante afirma que o programa sai do papel e passa a ser executado de forma efetiva em Goiânia e no Estado. O intuito é garantir um policiamento menos militar e mais cidadão.

Elias informa que a PM precisa estar mais próxima da comunidade e entender a realidade de cada cidade e setor. A determinação é de que todos os oficiais de cada comando sejam responsáveis pela implantação do programa na região em que trabalha. Para garantir a aproximação, os policiais deverão fazer visitas domiciliares e solidárias diariamente, conversar sempre com os comerciantes e manter uma relação de cidadania com a população. “Quero uma polícia menos bélica e mais cidadã.”

O programa Polícia Comunitária existe em Goiás há sete anos. Para o comandante, até hoje, essa ideia estava muito vaga, e, por isso, haverá esta mudança radical na implantação do projeto para que saia do papel e atenda principalmente os interesses da comunidade. Ele explica que é mais um passo que a PM dá para garantir o conforto da sociedade. Cita a Operação Legalidade, que teve aprovação popular e reduziu o número de assassinatos no Estado. “Estamos apostando na interação com a sociedade”, afirma.
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