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ARAGARÇAS, ARENÓPOLIS, BALIZA, BOM JARDIM E PIRANHAS NO FOCO DA SEGURANÇA.


Descontaminação e punição são tônicas do combate ao crime em Aragarças e região

(04.05.09) Visando a identificação dos crimes mais freqüentes na região, e a elaboração de um projeto conjunto entre as polícias Militar e Civil, Ministério Público, e prefeituras, para o combate especialmente ao tráfico de drogas, é que a cúpula da segurança de Goiás, se reuniu hoje (04/05) em Aragarças. O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia Pires, juntamente com o comandante Regional da PM, Cel. Pacheco e o delegado regional Cleiton Collodete, após visitas à delegacia de Polícia e ao Fórum, se reuniram no gabinete do prefeito Marcão(Aragarças), com a participação do juiz Vinícius Caldas, promotoras Fabiana Cândido e Wania Marçal, Cap. David Pires (Cmte. Da 4ª CIPM/Aragarças), delegada de Aragarças, Azuen Albarello; delegado de Iporá, Ronaldo Leite Pinto; delegado de Piranhas, Joaquim Adorno; diretor da 5ª Regional Centro-Oeste da Superintendência do Sistema de Execução Penal, Eder Coelho Tavares; além dos prefeitos Cleudes Baré(Bom Jardim) e Samuel Rodrigues(Piranhas).

Outra reunião ficou marcada para o dia 14 de maio, às 14h00, no Fórum de Aragarças, para o planejamento de ações conjuntas que foram denominadas pela cúpula de ‘descontaminação’ e a conseqüente punição aos criminosos. Na reunião prévia de hoje (4), foi senso comum que a droga é razão para a prática de outros crimes, sobretudo envolvendo menores que, segundo o capitão David Pires, estes já estão chegando na ‘ponta do crime’, ou seja, estão organizados e aparelhados. Como sugestão, ficou para ser discutido a criação de um centro de internação e reabilitação para o menor infrator, em parceria entre as prefeituras de Aragarças, Bom Jardim e Piranhas, “já que ocorre a migração dos menores infratores” e de criminosos adultos quando o cerco aperta em algumas dessas cidades”, concordam as autoridades.

O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, garantiu esforços e reforço para a ‘operação descontaminação’, já visando as férias de julho, com a temporada de praia que aumenta o fluxo de turistas e o risco do tráfico e do consumo de drogas. Por sua vez o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia, garantiu para a operação, agentes e delegados para auxiliarem nas delegacias de Aragarças e Piranhas, com o intuito de desafogarem a delegada Azuen, e o delegado Joaquim. Dr. Aredes que receberá o prefeito Marcão em seu gabinete em Goiânia, lembrou que se a prefeitura de Aragarças doar o lote, DGPC (Diretoria Geral de Polícia Civil) buscará na Secretaria Estadual da Segurança, o recurso necessário para a construção do prédio próprio da Delegacia de Polícia que, atualmente funciona em uma casa mantida pela prefeitura.

Tanto a promotora Fabiana Cândida, quanto o juiz Vinícius Caldas, afirmaram que não tolerarão os excessos de policiais e dos criminosos, mas que apoiarão as medidas que serão executadas dentro dos limites da Lei. As autoridades entenderam a necessidade urgente de se quebrar o sentimento de impunidade entre a sociedade e a criminalidade. “As nossas polícias, o Judiciário, e o Ministério Público são equipados e preparados para investigar, prevenir, combater e punir os criminosos. Estamos em uma região de divisa de estados (Goiás/Mato Grosso), e pela liberdade de ir e vir, Aragarças que tem 18 mil habitantes, é considerada em vários aspectos, e aí se inclui a segurança, como se tivesse um população de 100 mil habitantes, considerando ainda que pra cá convergem duas rodovias federais”, disseram. Para o Cap. David Pires (4ª CIPM/Aragarças) há a necessidade urgente da assinatura do convênio entre as secretarias estaduais de Segurança Goiás/Mato Grosso, dando seqüência ao planejamento da segurança compartilhada.

Fonte: http://www.jlocal.com.br/aragarcas.php?pesquisa=3153

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Mais vagas nos presídios

Antônio Elias pede mais vagas nos presídios
por Ulisses Aesse, Diário da Manhã.

O comandante-geral da Polícia Militar, Carlos Antônio Elias, fez uma avaliação a esta coluna sobre a atual situação dos reeducandos do regime semiaberto no Brasil.

A população anda meio assustada com casos como o do foragido do regime semiaberto, Kaiser Murilo Lucas, que manteve sua ex-mulher refém por 9 horas, além de ter praticado violência contra outras pessoas.

Segundo o comandante, a abordagem do problema pelas autoridades está um tanto quanto equivocada e precisa ser aprofundada. Existem cerca de 500 mil presos no País e outros 700 mil estão com mandado de prisão em aberto. Os presídios estão superlotados, e os critérios para migrar ao regime semiaberto são muito brandos.

O comandante sugere enfrentar o problema pelo seguinte princípio: criar um número de vagas suficientes na cadeia para atender a demanda. Só então será possível cortar o mal pela raiz.

— Países como os Estados Unidos perceberam isso. Os norte-americanos fizeram programas intensos para aumentar o número de vagas nos presídios. Só então conseguiram reduzir os índices de criminalidade — enfatiza Antônio Elias.

Mesmo com as dificuldades, a polícia tem feito sua parte. No mês de dezembro de 2008, eram recuperados, em média, quatro presos por dia. Neste mês, o número subiu para dez fugitivos que retornam para as celas todos os dias. Para este repórter, o único problema é um certo descompasso entre o sistema repressivo, no caso, a polícia, e o sistema Judiciário, que coloca nas ruas o que a polícia prendeu.

Esse descompasso é prejudicial para a população civil. Primeiro, porque a polícia, por estar permanentemente armada, tem sua proteção. Segundo, porque membros do Poder Judiciário têm a prerrogativa e o privilégio (se quiserem) de andar armados ou protegidos pela força policial. Quem sofre mesmo é o pobre cidadão comum. Sem segurança e, às vezes, sem Justiça.

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Parceria entre Câmara e PM

Fonte: Diário da Manhã

A Câmara Municipal de Goiânia e a Polícia Militar de Goiás criarão nos próximos dias uma comissão mista de representantes das instituições que analisará ações conjuntas pelos bairros da Capital. A parceria, levantada na terça-feira, 24, em reunião da Mesa Diretora do Legislativo com o comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias, faz parte de projetos das duas instituições de aproximação com a comunidade goianiense.

A ideia, segundo o presidente da Câmara Municipal, Francisco Júnior, é de que sejam realizadas atividades nos bairros, buscando maior intimidade e envolvimento com a população. “Ouvir as reclamações, sugestões e anseios da comunidade in loco é a melhor forma de o Legislativo estar próximo dos seus representados e prestar contas dos seus trabalhos”, afirma.

Segundo o presidente, a parceria com a PM é essencial, já que a violência e a insegurança estão entre os problemas mais lembrados pela população.

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Autoridades da Segurança se preparam para Conseg

Fonte: Diário da Manhã

Autoridades de Segurança Pública, representantes da sociedade organizada e civil estiveram reunidos na tarde de ontem no auditório da Secretaria Estadual de Segurança Pública. Eles formam a Comissão Organizadora (Coe) da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), que ocorrerá entre os dias 27 a 30 de agosto deste ano, em Brasília.

O Ministério da Justiça quer a participação de segmentos sociais na elaboração de programas para a Segurança Pública Nacional. A Conseg acontecerá em três etapas: municipal, estadual e nacional. Nos meses de abril e maio acontecem as etapas municipais. O coronel Cézar Pacheco, representante da Polícia Militar (PM) no grupo de trabalho, explica que as conferências no interior ocorreram nas 14 regionais da PM e da Polícia Civil, que reunirão prefeitos, vereadores e cidadãos das cidades próximas.

Para o coronel, a proposta facilita a participação das comunidades no processo de composição da 1ª Conseg e abre espaço para os municípios apresentarem contribuições no processo de elaboração de uma nova política nacional de segurança pública.

Em junho, nos dias 5, 6 e 7 haverá o encontro estadual, no Centro de Convenções, para reunir as informações e formular uma proposta para ser apresentada na conferência em agosto e a escolha de 52 representantes goianos que serão enviados para a etapa nacional, em Brasília.

A quantidade de representantes foi feita de acordo com a faixa populacional de cada unidade da Federação. Estados com até 3,5 milhões de habitantes indicarão 26 representantes; com até 7 milhões, 51. Os Estados com população de até 10 milhões de pessoas garantirão 77 lugares na etapa nacional.

O peso para Estados com até 15 milhões de habitantes será de 103 votos; para os que têm até 20 milhões, 128. Por fim, Estados com população superior a 20 milhões de pessoas ocuparão 154 lugares no plenário em Brasília. As etapas estaduais também definirão propostas regionais que integrarão a pauta da 1ª Conseg.

Mobilização
A mobilizadora da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, Daisy Cordeiro, consultora do Ministério da Justiça, que acompanha os Estados de Goiás e Tocantins e o Distrito Federal destaca que o projeto é uma inovação, pois aproxima o cidadão desses trabalhos na criação de propostas efetivas de segurança.

Ela afirma que o Brasil se prepara para dar mais um passo importante no fortalecimento do processo democrático e na ampliação do exercício da cidadania. “É uma iniciativa inédita destinada à superação de entraves que colocam o tema entre as três maiores preocupações dos brasileiros”. Ela pontua que o processo de mobilização, preparação e realização é totalmente livre e deverá ser feito de acordo com a realidade local e perfil dos participantes para garantir que o plano seja eficaz.

O comandante-geral da PM, Carlos Antônio Elias, afirma que é um fato inédito e uma chance para descobrirem se há falhas na segurança. “Vai ao encontro dos interesses do cidadão.”

“Queremos ouvir o cidadão”

O delegado Daniel Felipe Diniz Ardoni, coordenador da equipe, informa que 30% do grupo de trabalho é formado por profissionais de Segurança Pública, 30% de gestores públicos e 40% da sociedade civil organizada. “Queremos ouvir o cidadão”, ressalta o delegado. Ele explica que o encontro estadual reunirá os representantes do interior e os de Goiânia para irem a Brasília representar Goiás. Destaca ainda que é uma oportunidade para organizar a disponibilização de recursos e mostrar que o povo também tem papel na segurança social.

A presidente do Cevam, Maria das Dores Dolly, faz parte do comissão organizadora e revela que é uma oportunidade única e importante para que organizações revelem às autoridades problemas particulares que colaboram na segurança.

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Polícia comunitária sai do papel

polcom

Diário da Manhã | 01 de Março de 2009 | Edição nº 7784

Marcos Coelho
Da Editoria de Cidades

Novas diretrizes começam, nesta semana, a ser implantadas na área administrativa e operacional da Polícia Militar do Estado de Goiás. A informação é do comandante-geral da corporação, coronel Carlos Antônio Elias. Entre as primeiras medidas que já entram em vigor, está o projeto Polícia Comunitária. O comandante afirma que o programa sai do papel e passa a ser executado de forma efetiva em Goiânia e no Estado. O intuito é garantir um policiamento menos militar e mais cidadão.

Elias informa que a PM precisa estar mais próxima da comunidade e entender a realidade de cada cidade e setor. A determinação é de que todos os oficiais de cada comando sejam responsáveis pela implantação do programa na região em que trabalha. Para garantir a aproximação, os policiais deverão fazer visitas domiciliares e solidárias diariamente, conversar sempre com os comerciantes e manter uma relação de cidadania com a população. “Quero uma polícia menos bélica e mais cidadã.”

O programa Polícia Comunitária existe em Goiás há sete anos. Para o comandante, até hoje, essa ideia estava muito vaga, e, por isso, haverá esta mudança radical na implantação do projeto para que saia do papel e atenda principalmente os interesses da comunidade. Ele explica que é mais um passo que a PM dá para garantir o conforto da sociedade. Cita a Operação Legalidade, que teve aprovação popular e reduziu o número de assassinatos no Estado. “Estamos apostando na interação com a sociedade”, afirma.
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PM aponta queda de 61% na criminalidade

301

Comandante-geral da PM, Carlos Antônio Elias: “Precisamos do apoio e da compreensão de todos”

Marcos Coelho
Da Editoria de Cidades
Diário da Manhã, 20 de Janeiro de 2009 | Edição nº 7744

Cai em 61% a criminalidade em Goiânia e região metropolitana após quatro dias da Operação Legalidade da PM. O balanço divulgado na manhã de ontem contabilizou mais de 1,2 mil locais fechados dos mais de 2 mil vistoriados em Goiânia, Aparecida e Anápolis, entre quinta-feira (15) e domingo (18). Na Capital, foram 720 estabelecimentos. Ações são consideradas de rotina pelo comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias. A Justiça, por meio de liminar, autorizou ontem a reabertura de quatro estabelecimentos, entre eles, a Boate Santa Fé Hall.

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