A Polícia Militar de Goiás homenageou na manhã de hoje, 16/02, o Secretário da Fazenda de Goiás, Jorcelino Braga e o jornalista, José Luiz Datena. O primeiro foi condecorado com a comenda Grã-Cruz e o segundo com a medalha do Sesquicentenário da PMGO.
Com o objetivo de reforçar o policiamento na região comercial de Goiânia, o Comando do Policiamento da Capital – CPC, disponibilizou mais 100 policiais militares que atuavam na parte administrativa da corporação e mais 22 viaturas, que somados aos empregados na operação Boas Festas iniciada na semana passada perfaz um total de 550 policiais militares e 140 viaturas, que vão intensificar as abordagens e o patrulhamento principalmente na região comercial da capital.
O início da operação reforço contou com a presença do comandante geral da PMGO coronel Carlos Antônio Elias, que fez questão de afirmar que a corporação está trabalhando diuturnamente com o objetivo de garantir ao cidadão mais segurança e comodidade principalmente no período das festas de final de ano onde o movimento no comércio aquece.
O comandante aproveitou ainda a presença dos veículos de imprensa para repassar a sociedade dicas de segurança, dando um alerta às pessoas para que evitem saírem com grandes quantias em dinheiro e aos comerciantes alertando-os sobre a permanência de grandes valores nos caixas da empresas, caso precisem de apoio podem acionar a Polícia Militar através do telefone 190 ou pelo número dos celulares estampados nos vidros das viaturas.
Diário da Manhã | Edição nº 7756
Da Redação
Os números da queda de homicídios em janeiro são avaliados pelo secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, como reflexo das ações preventivas desencadeadas na Operação Legalidade. Ele pontua que os 15 primeiros dias de 2009 preocuparam e depois o índice caiu satisfatoriamente. Roller considera que, depois que os bares começaram a ser fechados, houve redução de 1,73% de mortes por dia, comparado ao mesmo período do ano passado, para 0,72% mortes-dia.
E diz que no final da semana passada – 23 e 24 de janeiro – não foi registrado homicídio na Capital. O secretário volta a explicar que a intenção da PM não é fechar estabelecimentos somente por falta de documentação, mas sim os locais que acabam servindo de fachada para crimes.
O coronel Carlos Antônio Elias, comandante-geral da PM, diz que a queda na criminaliade não se limitou aos índices de homicídio. De acordo com ele, o balanço apresentado pela polícia analisou as ocorrências registradas durante os primeiros 11 dias da operação, que se iniciou no dia 15 de janeiro.
Diário da Manhã | 30 de Janeiro de 2009 | Edição nº 7754
João Paulo Teixeira
Da editoria de Política & Justiça
O comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, Carlos Antônio Elias, acredita que pelo menos 60% dos bares e estabelecimentos fechados pela “Operação Legalidade” não têm condições de retomar o comércio. Na estimativa, mais de 900 bares e restaurantes não reabririam as portas no Estado. Em Goiânia, o número ultrapassaria 340 estabelecimentos.
Para ele, o impedimento se daria pelo favorecimento que bares e boates dão à criminalidade. Outra razão, enfatiza, é que a maioria dos comerciantes não teria condições técnicas para requerer o alvará de funcionamento do estabelecimento à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedem).
“Há o requisito legal para obter o alvará de funcionamento e principalmente, no que tange à Segurança Pública, ausência de fatores que impeçam a criminalidade”, afirma. Para obter o documento no órgão municipal, é preciso licença de uso do solo, autorização da Vigilância Sanitária e inspeção do Corpo de Bombeiros. “Muitos não conseguem sequer atender às condições primárias”, afirma o comandante.
Hoje, o Código de Posturas do Município de Goiânia (legislação municipal que estabelece exigências para concessão de alvará) não estipula nenhuma relação com a criminalidade gerada ou agravada pelo estabelecimento comercial. “Essa discussão não compete à Polícia Militar, mas, de fato, se forem cumpridas as exigências técnicas, não podemos fechá-los”, afirma o comandante.
Augusto Diniz
Do DM Online
A Operação Legalidade, realizada pela Polícia Militar (PM), já fechou cerca de 1,5 mil bares e estabelecimentos comerciais no Estado, que apresentam alguma irregularidade, principalmente a falta de alvará junto à prefeitura. No último final de semana, a PM chegou a registrar queda de 61% na criminalidade em Goiânia. Pais e mães de família ouvidos pelo DM apoiam o trabalho da corporação (veja enquete abaixo). Autoridades e entidades classistas também dão suporte à iniciativa.
Iniciada na quinta-feira, 15 de janeiro, a operação, que começou visando uma lista inicial de aproximadamente 1,2 mil estabelecimentos em Goiânia e região metropolitana, se estendeu para Anápolis. Na terça-feira (20), a vistoria em bares e locais que oferecem situações propícias para a ocorrência de criminalidade foi adotada no Entorno do Distrito Federal. Como forma de aplicar a medida em todo o Estado, Rio Verde foi uma das cidades na qual a operação foi lançada, na última sexta-feira (23). Secretário da Segurança Pública, Ernesto Roller comemora os resultados. “Estamos lidando com vidas”, explica. “Temos compromisso com a segurança da sociedade”, enfatiza. Satisfeito com os resultados da operação até o momento, o comandante da PM, coronel Carlos Antônio Elias, informa que foi procurado na semana passada por um jornal nacional para comentar o sucesso da ação e que recebeu os cumprimentos de integrantes do Ministério da Justiça, que estiveram em Goiânia na última quinta-feira.














