Comandante-Geral reconhece os bons profissionais!

Dando continuidade à política de valorização e reconhecimento dos polícias que se destacam positivamente no serviço fim da Polícia Militar, na manhã do dia 31 de maio, eu, Carlos Antônio Elias, Comandante-Geral da Polícia Militar de Goiás, juntamente com o Sub-Comandante Geral, Coronel Raimundo Nonato de Araújo Sobrinho e o Chefe do Estado Maior Estratégico, Coronel César Pacheco de Araújo recebi os Policiais Militares que apresentaram um bom trabalho em prol da segurança de nosso estado.

Como de praxe, fiz questão de cumprimentar e agradecer pessoalmente todos os policiais destaques pelas ações que elevam e trazem credibilidade à Instituição. Este encontro busca uma maior aproximação entre comando e tropa, porque eu entendo que a união dá  força à Polícia Militar.

Veja abaixo as unidades, os nomes dos policiais e as ações desencadeadas pelos mesmos que ensejaram menção honrosa:

8º CRPM- (Rio Verde): 12ª CIPM- (ROUBO mediante sequestro: no dia 13Mai10, às 10h35, na Rua João Venâncio Ribeiro, Setor Centro, Inaciolândia, a equipe da viatura 1079, por denúncia anônima, o qual a vítima Adelina Rodrigues Borges Martins diz ter sido abordada na Agência do Banco do Brasil na área dos caixas eletrônicos e sido vítima de sequestro e que José Eurípedes Oliveira Ferreira portando um revólver, Taurus, Cal .38, nº raspado, com 06 munições intactas e 16 de reserva no bolso, estaria na camionete Mitshubish/ L- 200, preta,  na companhia de seu filho. Iniciou-se um patrulhamento no qual  foi encontrado a caminhonete. O autor, ao perceber a equipe, empreendeu fuga, mas foi alcançado e detido.

Após levantamentos, descobriu-se que o autor chegou, por volta das 05h40 da manhã e rendeu a família; o marido Adelardo Joaquim Martins e o outro filho do casal foram encontrados amarrados na residência; os envolvidos foram conduzidos ao DP e o autor autuado pelo Art. 157 do CPB, extorsão mediante sequestro.
Os policiais empenhados na ocorrência foram Sargentos Ramos Roldezir Paulo, Borges, Edimilson e Soldados Nogueira,  Machado, Couto, Adriano e  Ailton.

5º CRPM- (Luziânia): 19º BPM- Tentativa De Roubo: No dia 17Mai10,  às 12h50 do dia 16Mai10, na Vila União Pedregal, Novo Gama, a equipe da viatura 0834 foi solicitada pelo Soldado Veleda (lotado no 20º BPM), após avistar três indivíduos tentando roubar um veículo VW Voyage placa de DF, momento que a vítima começou a gritar. O soldado acima, acompanhou os autores em seu próprio veículo e acionou a equipe que, conseguiu deter Junior Rodrigues Teles, Roberto dos Prazeres Rezende e Alison Mendes Viana.

No momento da prisão, o autor Júnior levou a mão à cintura, o que fez com que a equipe reagisse efetuando dois disparos, atingindo-o com um disparo na perna direita, sendo conduzido ao Hospital. Posteriormente os autores foram conduzidos ao CIOPS, aonde o Delegado dispensou o autor Alison, autuando somente os outros dois em flagrante delito com fulcro no Art 157 c/c 14 ambos do CPB.

Os policiais empenhados na ocorrência foram o Cabo Figueiredo e o Soldado Odair.

9ª CIPM– Veículo Recuperado/ Resistência: No dia 18Mai10, às 23h07, na Avenida Feira de Santana, Setor Parque Amazônia, a equipe do CPU deparou com um roubo de veículo, iniciando o acompanhamento; no endereço acima, houve o confronto, testemunhado por diversos frequentadores da Igreja Fonte da Vida; o autor, Thiago Ribeiro de Almeida (Arts, 2X157, 2X29 e Art 33), efetuou disparos de arma de fogo, contra as equipes, atingindo de raspão a perna direita, na altura do joelho do Soldado Oliveira, sem  gravidade; as equipes revidaram e o autor foi atingido, indo a óbito no local.

O veículo Honda Civic 2010, foi recuperado; o proprietário esteve no local e reconheceu o autor, que se encontrava com uma Pistola cal. 9 mm, com 12 munições.

Os policiais empenhados na ocorrência foram Tenente Giovanni e Soldados Cleber, Ramon, Edson, Oliveira e César.

PM/2
Agentes de Operações desta Seção apreenderam 04 (quatro) quilos de maconha, 16 (dezesseis) pedras de crack, 200 (duzentas) gramas de cocaína e 10 (dez) munições cal. 38 intactas, realizando ações que possibilitaram a prisão em flagrante de traficante de drogas na cidade Pirenópolis.

Os policiais empenhados na ocorrência foram Subtenente Valter Peixoto Lima, Cabos Doneil Paixão Pereira da Silva, Paulo César Silva e Soldado Sebastião Wagner Furtado.

11º CRPM- (FORMOSA): 16º BPM (FURTO EM RESIDÊNCIA/ RESISTÊNCIA A PRISÃO/ APREENSÃO DE ARMAS DE FOGO: No dia 20Maio10, por volta das 13h45, na Avenida 1, Jardim Laranjeiras, Formosa, dois indivíduos desconhecidos praticavam um furto na residência de Adriana Rodrigues Fernandes Saad, que chegava a sua casa; os autores perceberam a chegada da Polícia Militar e evadiram em um veículo Renaut/ Clio, levando apenas alguns objetos sem valor.
Na saída da cidade, uma equipe de policiais militares deparou com o veículo que ao visualizar a viatura continuou a fuga entrando numa estrada vicinal próximo a uma mata, onde depararam com uma equipe do GPT, havendo troca de tiros. Os autores Flávio Pereira Ferreira e Tiago Santos Duarte foram feridos, levados ao Hospital, não resistiram aos ferimentos e foram a óbito.
Foi apreendido um Revólver Taurus, Cal .38, com 03 munições deflagradas e 02 intactas e 01 Revólver Taurus, Cal .38, nº 837005, com 04 munições deflagradas.

Os policiais empenhados na ocorrência foram Subtenente Jonanes, Cabo Danilo e Soldado Ronaldo.
2º CRPM- (Aparecida de Goiânia): BPMAMB – Porte Ilegal de arma de fogo: No dia 22Maio10, às 10h30 na GO – 206, Chapadão do Céu, policiais militares fizeram a detenção de Paulino Batista Rodrigues, Edson Martins Alves e Libório Rodrigues Neto, após os mesmos serem flagrados portando três armas de fogo: uma espingarda Rossi cal. 22, outra CBC cal. 22 e uma de cal. 36 sem marca, foram apreendidas 50 munições cal. 22 e sete cal. 36. Os autores foram conduzidos para o DP local.

Os policiais empenhados na ocorrência foram os Soldados Dinaldo e Enaldo.

BPMAMB – (PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO) – No dia 22Mai10, às 17h00, no Rio Araguaia, município de São Miguel do Araguaia, a equipe do barco 01, durante operação, deteve, em um acampamento às margens do rio, Claudionor Lopes dos Santos e com ele apreendeu uma Carabina Flauber Cal 22 , com um carregador e 59 munições intactas; sendo conduzido à DP local.
Os policiais empenhados na ocorrência foram 1º Tenente Laudimar e Sargento Reis.

A Polícia Militar de Goiás se sente honrada por saber que em seu quadro há policiais tão comprometidos com o bom desempenho de suas funções e eu, Comandante-Geral, não podia sentir outro sentimento senão felicidade em comandar uma tropa tão leal e fiel.

Veja abaixo o editorial do Jornal OPOPULAR que circulou no domingo dia 20-06-2010

Um dos principais questionamentos da edição de ontem do espaço Face a Face, deste jornal, no qual o entrevistado pelos leitores foi o comandante-geral da Polícia Militar (PM) do Estado, coronel Carlos Antônio Elias, referiu-se ao problema da formação de grupos de extermínio d entro da própria corporação.

O comandante-geral foi duro na resposta, assegurando que não admite esta mancha comprometendo a Polícia Militar e tanto é assim que a PM movimentou-se o máximo possível para prender um de seus integrantes acusado de extermínio.
O comandante-geral assegurou também que a corporação está decidida a cortar na própria carne e que a expulsão de militares envolvidos em extermínio ou qualquer outro tipo de crime é certa.

A sociedade repudia a formação de grupos de extermínio pois isto significa o descumprimento da missão essencial da Polícia Militar, que é a de oferecer proteção aos cidadãos e não o contrário, isto é, matar pessoas. Também não é aceitável a impunidade, que incentiva a reincidência no crime, mas não se admitem ações de pretensos justiceiros que agem fora da lei, porque esta é a garantia maior de todos.

O comandante-geral da PM foi abordado a respeito de um dos mais sérios problemas sociais e de segurança de hoje, que é o do tráfico e consumo de crack, a droga devastadora que está condenando os usuários à exclusão, principalmente jovens. A polícia tem de ser dura e contar com apoio da Justiça, em relação principalmente aos traficantes.

Fonte: Jornal O POPULAR

Comandante Geral é enfático: Quantidade de abordagens, não! Primemos pela qualidade!

Reportagem do Jornal Diário da Manhã de domingo 20-06-2010.

Polícia Militar atende pedidos da sociedade civil
PM garante que procedimentos serão aperfeiçoados para satisfazer goianos.

Da Redação

A campanha pela moralização e melhora da Polícia Militar (PM) do Estado de Goiás desenvolvida pelo jornal Diário da Manhã tem surtido efeito. Primeiro, foram as denúncias de abordagem perigosa, assassinatos cometidos por agentes militares e violência sexual praticada por dois PM. Mesmo sendo criticado, o jornal manteve sua posição de denúncia social diante da corrupção de uma pequena parcela de policiais que manchava, e alguns que ainda mancham o nome da corporação.

Depois vieram os primeiros resultados. Após quatro meses de campanha, o jornalista Batista Custódio conseguiu, em reunião em sua residência no último dia 16, a pacificação da PM. Ontem, por telefone, o coronel agradeceu a iniciativa que conseguiu acabar com as divergências entre o comando da PM e a Associação dos Oficiais da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar. A última entre as novidades foi a entrevista veiculada ontem, no jornal O Popular, com o coronel Antônio Elias, 47, comandante-geral da PM, que atesta a mesma ideologia desenvolvida pelo DM durante a campanha, que pede uma polícia forte, presente e honesta.

Na entrevista de O Popular, o coronel reconheceu a importância de uma abordagem padrão distante da violência gratuita. E confirmou que abordagens enérgicas só são justificadas se o abordado for um foragido da Justiça ou, ainda, ter acabado de cometer algum crime. Em janeiro deste ano, o DM publicou uma reportagem cujo título é  “Abordagem perigosa”. Nela o jornalista Welliton Carlos denúnciou o abuso cometido por alguns policiais. O texto do DM  esclarecia ainda a importância da identificação policial durante a abordagem e os cuidados para não constranger o cidadão.

Será que existe proteção de alguns policiais por parte da corregedoria? Ao responder esse questionamento, o coronel Antônio Elias afirmou que a “polícia é muito mais contundente do que quando o policial responde na esfera comum”, e completou dizendo que em 2010 seis policiais foram excluídos da corporação. A fala do coronel reafirma mais uma manchete do DM, dessa vez com o tema Tribunal de Justiça e a Polícia Militar aumentaram em 120% as punições de prisão e detenção contra policiais, em um comparativo com os anos anteriores (2008-2009).

Sobre os grupos de extermínio, Antônio Elias não confirmou sua existência, porém deixou claro que combate qualquer envolvimento de policiais na execução de pessoas. No dia 18 de março de 2010, o DM publicou outra reportagem que denunciava a prisão de um policial membro de grupo de extermínio. O texto destacava que “Operação desencadeada pela Polícia Civil, corregedoria da Polícia Militar (PM), Ministério Público de Goiás (MP-GO), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Civil do Estado do Mato Grosso resultou com prisão do sargento da PM Geson Marques Ferreira, 35 anos, acusado de pertener a um grupo de extermínio, além de ter 17 mandados de busca e apreensão, entre acusações de homicídios e tentativas”.

Entrevista – Antônio Elias

“Não vamos mais premiar pelo número de abordagens”

Comandante Antônio Elias diz que meta é qualidade da ação policial

DM – Comandante, o senhor considera que após a campanha que o jornal desenvolveu houve uma reavaliação dos métodos de abordagem da PM?

Antônio Elias – Sim, houve. Antes nós tinhamos uma portaria na qual os policiais cumpriam um número de abordagens “x”. O maior número era premiado. Com as denúncias houve a suspensão disso. Inclusive queremos ouvir da sociedade a sugestão de mudança de nosso slogan, que antes era: “Aborde um bandido e ganhe um amigo”.

DM – Nós denunciamos a existência de policiais envolvidos em grupo de extermínio. O senhor declarou em entrevista que eram casos isolados e não institucionalizados. Como eles têm sido combatidos?

Antônio Elias – A ação do comando da Polícia Militar é implacável e dura. O que a sociedade não pode associar é que matar bandidos em operações venha a ser extermínio. Nós orientamos aos policiais é que esse não é o caminho seguro. Mas se há contravenção ela vai ser punido. A PM para ser respeitada vai ter que cortar a própria carne. Meu maior desafio, enquanto comandante, é combater qualquer tipo de desvio. Eu não admito isso. O exercício da Polícia Militar tem que ser pleno.

DM – O que a corporação tem feito para combater o “bandido de farda”?

Antônio Elias – Só este ano seis policiais foram excluídos, outros 15 processos estão na Corregedoria e não foram expulsos devido aos recursos. Todas essas medidas é para sanear a PM mesmo. Porque o pior bandido é o fardado que utiliza da farda para cometer crimes. A corregedoria da Polícia Militar, hoje, funciona fora do quartel justamente para permitir que a sociedade possa denunciar e ter garantia de uma apuração séria, transparente e efetiva.

Fonte: Jornal Diário da Manhã.

Não aceito policiais que matam! Diz o Comandante da Polícia Militar

Leiam trechos da reportagem que circulou de hoje, sábado, 19-06-2010 no Face a Face do  Jornal OPOPULAR.

PERFIL:
Carlos Antônio Elias, 47 Anos, Comandante-geral da Polícia Militar do Estado de Goiás, graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera, com especialização em Direito, concentração em Segurança Pública, em Educação e em Gestão e Qualidade pela Universidade Católica de Goiás e pela Escola de Governo.
Aproximar a Polícia Militar da sociedade e trabalhar o conceito de polícia comunitária. Essa é uma missão que o coronel Carlos Antônio Elias, comandante-geral da Polícia Militar, quer tornar realidade em Goiás. Algo difícil, dado aos últimos acontecimentos em que militares foram presos em flagrante pelo estupro de uma jovem de 19 anos, mas que é meta de um comandante que garante que a corporação \\\”corta na própria carne\\\” e que a expulsão dos militares envolvidos em qualquer tipo de crime é certa.

Ele garante que os procedimentos para apurar os crimes são imparciais, na Corregedoria da Polícia Militar, e lembra que Goiás é o único Estado em que ela fica fora de um quartel da Polícia Militar. \\\”É para facilitar o acesso das pessoas\\\”, assegura. Coronel Antônio fala também sobre o Procedimento Operacional Padrão (POP), um conjunto de regras que determina a forma de abordagem adotada pelos militares, que recebeu muitas críticas dos leitores que participaram deste Face a Face. O comandante ainda é enfático ao falar sobre a existência ou não de um grupo de extermínio na corporação.

Apesar de não esclarecer sobre a existência do grupo, ele diz que a PM, sempre que soube do envolvimento de um militar em crimes, foi exemplar na investigação e punição.
Para ler a reportagem na íntegra clique aqui:

Fonte: Jornal OPOPULAR

Acordo sela paz entre PM e Associações

Jornal Diário da Manhã

Editorias / Cidades

Representantes da sociedade elogiam intervenção do editor-geral do DM, Batista Custódio, em pacificar policiais

Eliane Barros
da editoria de Cidades

Acordo realizado em reunião na casa do jornalista Batista Custódio, editor-geral do DM, estabeleceu que comando geral da Polícia Militar de Goiás negociará mudanças na proposta apresentada pelo governo.

Na ocasião, o comando acertou que o major Araújo participará das ações a serem tomadas até o dia da assembleia da categoria que analisará o projeto.
Em uma ação nunca registrada pela PM do Estado, o jornalista, escritor e editor-geral do Diário da Manhã, Batista Custódio, intermediou na quarta-feira (16) diálogo entre o comandante geral da PM no Estado, Carlos Antônio  Elias, e o presidente da Associação dos Oficiais da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (Assof), major Júnior Alves Araújo, que há duas semanas gerenciaram conflitos envolvendo policiais militares.

De um lado, o comandante Carlos Antônio defendeu a postura estabelecida pelas regras da legislação militar, acatando a orientação do Ministério Público Estadual de punir militares grevistas. O major Araújo, por sua vez, defendeu a ideia de manifestação por parte dos militares, que ao se aquartelarem por reajustes salariais, acabaram por ser indiciados em crimes militares.

Desde o último dia 31 de Maio, o DM foi o palco de debates acalorados entre o major Araújo e comando geral da PM, ocasionado pela revolta da associação presidida por Araújo, que manifestaram indignação com a apresentação de proposta de salários durante a madrugada. Araújo defendeu a ideia de que propositadamente, ele, como presidente de uma associação que se revoltara, ficou de fora de decisões importantes. Segundo o comandante da PM, falsas informações trazidas por outras pessoas o fizeram reagir negativamente em relação ao major. Elias  afirmou que por não conversar diretamente com Araújo nos últimos dias, credibilizou informações trazidas por terceiros.
A reunião ocorreu na residência de Batista, no setor Nova Suíça. Do início ao fim, o jornalista conduziu a intermediação entre um comandante do Estado e um representante de uma categoria. Ideias foram expostas e cada um entendeu o ponto de  vista do outro. O princípio da luta pela categoria foi respeitado pelo comandante, que pediu ao major mais controle nas reivindicações.

Para o tenente-coronel Sérgio Katayama, chefe da Inteligência da PM, Batista Custódio teve a nobre atitude de intervir em uma discussão militar. Batista é um civil e se propôs a mediar conversa entre dois militares em conflito pessoal. “O Batista é homem generoso a quem admiro. Ele, como todos da corporação, também estava preocupado com os rumos que caminhava o conflito”, diz.

Comandante da 16° CIPM em Aparecida, major Newtom Castilho esteve presente na reunião e afirmou que a polêmica divergência entre comando e associação deixou em crise a corporação. Responsável por 49 bairros de Aparecida e ainda Aragoiânia, ele chamou de histórica a intervenção de Batista, visto que Araújo e Elias, já não se comunicavam.

Para acessar a notícia completa clique aqui

Comandante-Geral condecora PMs do 3º CRPM(regional de Anápolis)

Política de reconhecimento em tempo adotado pelo nosso comando

PMs da operacionalidade tomam café da manhã com o Coronel Antônio

Fotos Assinatura do Termo de Adesão do Programa de Excelencia na Gestão Pública

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O desenvolvimento da Segurança Pública em Goiás nos últimos 15 anos

por Newton Nery de Castilho é major da Polícia Militar de Goiás
A atividade de Segurança Pública é complexa e, considerando que nada nessa área se desdobra da noite para o dia, passamos a observar em linhas gerais os principais avanços técnicos operacionais da Polícia Militar de Goiás nesses últimos 15 anos.
A criminalidade não é estática, ela se moderniza e se aperfeiçoa. E claro, a sociedade evolui e passa a exigir mais qualidade e eficiência dos aparatos policiais na prestação de serviços. Desde meados da década de 1990, oficiais subalternos da PMGO começaram a perceber que a instituição deveria avançar desenvolvendo padrões doutrinários para melhor aplicabilidade na operacionalidade. Nesse contexto, a Rotam e o BPMChoque tiveram uma fundamental importância e se desdobraram em um contínuo e desbravador processo de especialização modernizadora de seus integrantes.
Essas unidades de elite fizeram a PMGO avançar nas áreas táticas, de operações de choque e especiais, alavancando Goiás para referencial em preparação e especialização de policiais, antes ‘generalistas’, agora mais especialistas. A doutrina da Rotam estabeleceu-se com base na Rota da PM paulista, contudo, de forma aprimorada, discutida e adequada às necessidades do Centro-Oeste.
Em 2003, com as experiências já consagradas em doutrinamento tático e estratégico, iniciados nos meados da década de 1990, a PMGO instituiu o POP (Procedimentos Operacionais Padrão), sendo uma doutrina que abrange toda operacionalidade da instituição, principalmente no que tange às unidades de área existentes nos 246 municípios goianos.
O POP foi elaborado por oficiais e praças, sob coordenação do então ten. cel. Carlos Antônio Elias – hoje, coronel e comandante-geral da PMGO – , posteriormente repassado em seminário a todas regionais da PMGO, com preocupação na educação e formação de multiplicadores e executores do POP. Mais uma vez, a PMGO se figurou como referencial técnico-operacional para as demais forças públicas do País. O POP nada mais é que um mapeamento do processo produtivo, uma ferramenta legítima e institucional, que desenha padrões de atuação e desvia do empirismo e do improviso.
Outro estimulante para o operador militar de Segurança Pública foi em 1993, no comando do coronel Joneval Gomes de Carvalho (ex-secretário de Segurança), a instituição da medalha Anhanguera nos graus bronze/prata/ouro, que simplesmente passou a materializar a operacionalidade do policial, oportunizando condições de ascensão na carreira, uma vez condecorado na categoria ouro. Ascensão essa exatamente pelo fruto de um serviço prestado com excelência e profissionalismo, acima da média do dever. Essa modalidade de recompensa pelo esmero da operacionalidade foi bastante enfatizada a partir de 2000, em que o coronel Divino Efigênio de Almeida, ex-comandante-geral e patrono da Rotam, alavancou o emprego operacional dentro de parâmetros de resultados práticos e não só estatísticos ou midiáticos.
Desde essa data, o policial aplicado na atividade-fim passou a ser visto com mais importância, sendo mais valorizado, respeitado e condecorado, fazendo valer o risco ou a intranquilidade jurídica individual de quem está na ponta, na execução.
Os avanços nas condições materiais de trabalho também foram um marco de incontestável importância. Os armamentos estão sendo adquiridos e atualizados a cada dia. Equipamentos de proteção individual, como, por exemplo, os coletes balísticos, também deram um salto qualitativo e quantitativo, principalmente nesses dois últimos governos. A mobilidade operacional pode perceber outra realidade quanto ao tópico viaturas. Tudo devido ao sistema de locação e manutenção iniciado em 2006, que tirou da ‘pré-história’ chegando ao terceiro milênio, ficou no passado aquela antiga visão da guarnição policial empurrando uma viatura sucateada.
O que a tropa anseia agora são investimentos mais vigorosos no segmento de armamentos químicos não letais ou menos que letais e de comunicação individual, até para que certas necessidades do próprio POP sejam atendidas em sua plenitude.
Alguns equívocos foram realizados na área do ensino, sendo que, no período de 2003/2004, chegaram ao ponto de alguns gestores abandonarem a melhor unidade em instalações físicas de instrução da Polícia Militar, sediada no município de Senador Canedo-GO (antigo CFAP). Contudo, através de uma ação homérica e individual por parte do major Alexandre Flecha Campos, no período de 2006/2007 a PMGO conseguiu resgatar 50% daquela estratégica unidade, sendo hoje o Centro de Instrução da PMGO, comandado pelo próprio major Flecha, que é um baluarte no ensino/administração/e tiro de nossa instituição, sendo referência no Brasil, inclusive para a Força Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, devido às aplicações de suas inovações no ensino da prática do tiro e manuseio tático dos armamentos da PMGO.
Hoje, a Diretoria de Ensino da PMGO (Deip) trabalha para resgatar o tempo perdido de outrora, está inovando e dinamizando o ensino, a instrução e a pesquisa no seio da corporação.
A PMGO possui valores individuais que alavancam o seu dinamismo, sendo esses inúmeros heróis anônimos idealistas que vivem para combater o crime nas 24h do dia. Seus quadros contam com uma gama de oficiais e praças, profissionais altamente capacitados que exerceram ou ainda exercem atividades nas áreas de operações especiais, de inteligência, ensino ou convencionais.
São cidadãos que se predispuseram a um concurso público para carreira de militar estadual, que efetivamente tem um entendimento de proteger e servir a sociedade, para tanto, deixaram de ser um cidadão comum para ser um cidadão com dever policial, sendo necessário um plus para seu labor diário. Necessariamente devem ser testados a todo o momento, no terreno, nas intempéries, na rusticidade, na restrição de conforto, nas técnicas, na conduta, na sala de aula, em tudo que possa prepará-los mais próximo possível do que enfrentarão na atividade fim.
As nossas unidades de elite buscam, trabalhando o policial de formação básica, dentro de sua esfera hierárquica, um rigor técnico e físico. Uma tropa de elite nunca se mantém por conta de uma farda diferenciada ou com símbolos e místicos pertinentes, mas sim pelo valor individual-técnico de cada um de seus integrantes. O enfoque espartano deve ser amplamente desenvolvido, deve elevar-se à quinta potência no que se refere ao policial que opera como último recurso tático da instituição em relação ao que se espera de um policial convencional.
O que realmente pode ferir a integridade de um policial é exatamente a farsa de uma formação ou especialização, com ausência de técnicas que as especificidades que cada modalidade de curso exige. O combatente de uma tropa de elite deve pagar a sua etapa com honra e dignidade!
Brasil acima de tudo!

Escrito por  Newton Nery de Castilho – Major PM
enviado especialmente para o blog do Cel Antonio

A atividade de Segurança Pública é complexa e, considerando que nada nessa área se desdobra da noite para o dia, passamos a observar em linhas gerais os principais avanços técnicos operacionais da Polícia Militar de Goiás nesses últimos 15 anos.

A criminalidade não é estática, ela se moderniza e se aperfeiçoa. E claro, a sociedade evolui e passa a exigir mais qualidade e eficiência dos aparatos policiais na prestação de serviços. Desde meados da década de 1990, oficiais subalternos da PMGO começaram a perceber que a instituição deveria avançar desenvolvendo padrões doutrinários para melhor aplicabilidade na operacionalidade. Nesse contexto, a Rotam e o BPMChoque tiveram uma fundamental importância e se desdobraram em um contínuo e desbravador processo de especialização modernizadora de seus integrantes.

Essas unidades de elite fizeram a PMGO avançar nas áreas táticas, de operações de choque e especiais, alavancando Goiás para referencial em preparação e especialização de policiais, antes ‘generalistas’, agora mais especialistas. A doutrina da Rotam estabeleceu-se com base na Rota da PM paulista, contudo, de forma aprimorada, discutida e adequada às necessidades do Centro-Oeste.

Em 2003, com as experiências já consagradas em doutrinamento tático e estratégico, iniciados nos meados da década de 1990, a PMGO instituiu o POP (Procedimentos Operacionais Padrão), sendo uma doutrina que abrange toda operacionalidade da instituição, principalmente no que tange às unidades de área existentes nos 246 municípios goianos.

O POP foi elaborado por oficiais e praças, sob coordenação do então ten. cel. Carlos Antônio Elias – hoje, coronel e comandante-geral da PMGO – , posteriormente repassado em seminário a todas regionais da PMGO, com preocupação na educação e formação de multiplicadores e executores do POP. Mais uma vez, a PMGO se figurou como referencial técnico-operacional para as demais forças públicas do País. O POP nada mais é que um mapeamento do processo produtivo, uma ferramenta legítima e institucional, que desenha padrões de atuação e desvia do empirismo e do improviso.

Outro estimulante para o operador militar de Segurança Pública foi em 1993, no comando do coronel Joneval Gomes de Carvalho (ex-secretário de Segurança), a instituição da medalha Anhanguera nos graus bronze/prata/ouro, que simplesmente passou a materializar a operacionalidade do policial, oportunizando condições de ascensão na carreira, uma vez condecorado na categoria ouro. Ascensão essa exatamente pelo fruto de um serviço prestado com excelência e profissionalismo, acima da média do dever. Essa modalidade de recompensa pelo esmero da operacionalidade foi bastante enfatizada a partir de 2000, em que o coronel Divino Efigênio de Almeida, ex-comandante-geral e patrono da Rotam, alavancou o emprego operacional dentro de parâmetros de resultados práticos e não só estatísticos ou midiáticos.

Desde essa data, o policial aplicado na atividade-fim passou a ser visto com mais importância, sendo mais valorizado, respeitado e condecorado, fazendo valer o risco ou a intranquilidade jurídica individual de quem está na ponta, na execução.

Os avanços nas condições materiais de trabalho também foram um marco de incontestável importância. Os armamentos estão sendo adquiridos e atualizados a cada dia. Equipamentos de proteção individual, como, por exemplo, os coletes balísticos, também deram um salto qualitativo e quantitativo, principalmente nesses dois últimos governos. A mobilidade operacional pode perceber outra realidade quanto ao tópico viaturas. Tudo devido ao sistema de locação e manutenção iniciado em 2006, que tirou da ‘pré-história’ chegando ao terceiro milênio, ficou no passado aquela antiga visão da guarnição policial empurrando uma viatura sucateada.

O que a tropa anseia agora são investimentos mais vigorosos no segmento de armamentos químicos não letais ou menos que letais e de comunicação individual, até para que certas necessidades do próprio POP sejam atendidas em sua plenitude.

Alguns equívocos foram realizados na área do ensino, sendo que, no período de 2003/2004, chegaram ao ponto de alguns gestores abandonarem a melhor unidade em instalações físicas de instrução da Polícia Militar, sediada no município de Senador Canedo-GO (antigo CFAP). Contudo, através de uma ação homérica e individual por parte do major Alexandre Flecha Campos, no período de 2006/2007 a PMGO conseguiu resgatar 50% daquela estratégica unidade, sendo hoje o Centro de Instrução da PMGO, comandado pelo próprio major Flecha, que é um baluarte no ensino/administração/e tiro de nossa instituição, sendo referência no Brasil, inclusive para a Força Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, devido às aplicações de suas inovações no ensino da prática do tiro e manuseio tático dos armamentos da PMGO.

Hoje, a Diretoria de Ensino da PMGO (Deip) trabalha para resgatar o tempo perdido de outrora, está inovando e dinamizando o ensino, a instrução e a pesquisa no seio da corporação.

A PMGO possui valores individuais que alavancam o seu dinamismo, sendo esses inúmeros heróis anônimos idealistas que vivem para combater o crime nas 24h do dia. Seus quadros contam com uma gama de oficiais e praças, profissionais altamente capacitados que exerceram ou ainda exercem atividades nas áreas de operações especiais, de inteligência, ensino ou convencionais.

São cidadãos que se predispuseram a um concurso público para carreira de militar estadual, que efetivamente tem um entendimento de proteger e servir a sociedade, para tanto, deixaram de ser um cidadão comum para ser um cidadão com dever policial, sendo necessário um plus para seu labor diário. Necessariamente devem ser testados a todo o momento, no terreno, nas intempéries, na rusticidade, na restrição de conforto, nas técnicas, na conduta, na sala de aula, em tudo que possa prepará-los mais próximo possível do que enfrentarão na atividade fim.

As nossas unidades de elite buscam, trabalhando o policial de formação básica, dentro de sua esfera hierárquica, um rigor técnico e físico. Uma tropa de elite nunca se mantém por conta de uma farda diferenciada ou com símbolos e místicos pertinentes, mas sim pelo valor individual-técnico de cada um de seus integrantes. O enfoque espartano deve ser amplamente desenvolvido, deve elevar-se à quinta potência no que se refere ao policial que opera como último recurso tático da instituição em relação ao que se espera de um policial convencional.

O que realmente pode ferir a integridade de um policial é exatamente a farsa de uma formação ou especialização, com ausência de técnicas que as especificidades que cada modalidade de curso exige. O combatente de uma tropa de elite deve pagar a sua etapa com honra e dignidade!

Brasil acima de tudo!

Parabéns aos Policiais Militares de Goiás

Arquivo – A 1º visita do Comandante-Geral a Cidade de Goiás

Data para a Promoção de Praças – Maio/2010

Em razão dos constantes questionamentos a respeito da divulgação da lista dos nomes dos aprovados na promoção do mês de maio, eu, Comandante Geral da Polícia Militar de Goiás, Coronel Carlos Antonio Elias, venho esclarecer a quem interessar que a previsão de divulgação era para o dia 31 próximo.

No entanto, não foi possível obter alguns dados a tempo em decorrência do aumento de serviço gerado pela grande quantidade de vagas surgidas para a promoção de maio/2010, a exemplo da análise das fichas individuais pela corregedoria.

Para resolver essa situação, retifico o Edital nº. 01 de 28/01/2010, que passará a obedecer aos seguintes prazos:

- 25/05/2010 – Prazo final para a Corregedoria PM informar sobre os processos e procedimentos à Comissão de Promoção de Praças – CPP dos candidatos a compor o Quadro de Acesso por Merecimento.

- A partir de 16 de junho de 2010 – Publicação de Quadro de Acesso Provisório pela comissão de Promoção de Praças em Boletim Geral Eletrônico da PMGO e no sítio: www.pm.go.gov.br, pela Comissão de Promoção de Praças.

- Prazo de 5 (cinco) dias úteis após a divulgação do Quadro de Acesso Provisório, período este para a apresentação de recursos referentes ao Quadro de Acesso provisório.

E, finalmente, a promoção de Praças conforme Lei nº. 15.704/06 Retroativa à 21/05/2010.

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INCENTIVO: Toda semana policiais da operacionalidade que se destacaram tomam café da manhã no Comando Geral da PM