Clip da Missa em Ação de Graças em Trindade

II Caminhada dos 151 Anos da PMGO

A Tecnologia a serviço da Polícia: Auto Detector é capaz de fazer a leitura de 54 placas de veículos por minuto

A tecnologia a serviço da Polícia. Um aparelho capaz de realizar a leitura de 54 placas de veículos por minuto, e três mil por hora, está em fase de teste pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás.

O Auto Detector como é chamado, é de fabricação Italiana é promete ser um arma tecnológica eficiente no que diz respeito à interceptação de veículos com registro de roubo e até mesmo documentação em atraso.

Segundo o secretário da segurança pública deputado Ernesto Roller, essa nova tecnologia será capaz de auxiliar no trabalho da polícia. Ele lembrou que não se trata de um equipamento que vai impedir roubo de veículos, mais sim, ajudar na identificação de forma rápida.

Cada aparelho tem um custo médio de R$ 8 mil, após o período de teste, se aprovado, existe a previsão de compra de cerca de 60 Auto Detector, isso com ajuda do Fundo Nacional de Segurança Pública. Goiânia é a primeira capital na América Latina a testar a nova tecnologia.

ARAGARÇAS, ARENÓPOLIS, BALIZA, BOM JARDIM E PIRANHAS NO FOCO DA SEGURANÇA.


Descontaminação e punição são tônicas do combate ao crime em Aragarças e região

(04.05.09) Visando a identificação dos crimes mais freqüentes na região, e a elaboração de um projeto conjunto entre as polícias Militar e Civil, Ministério Público, e prefeituras, para o combate especialmente ao tráfico de drogas, é que a cúpula da segurança de Goiás, se reuniu hoje (04/05) em Aragarças. O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia Pires, juntamente com o comandante Regional da PM, Cel. Pacheco e o delegado regional Cleiton Collodete, após visitas à delegacia de Polícia e ao Fórum, se reuniram no gabinete do prefeito Marcão(Aragarças), com a participação do juiz Vinícius Caldas, promotoras Fabiana Cândido e Wania Marçal, Cap. David Pires (Cmte. Da 4ª CIPM/Aragarças), delegada de Aragarças, Azuen Albarello; delegado de Iporá, Ronaldo Leite Pinto; delegado de Piranhas, Joaquim Adorno; diretor da 5ª Regional Centro-Oeste da Superintendência do Sistema de Execução Penal, Eder Coelho Tavares; além dos prefeitos Cleudes Baré(Bom Jardim) e Samuel Rodrigues(Piranhas).

Outra reunião ficou marcada para o dia 14 de maio, às 14h00, no Fórum de Aragarças, para o planejamento de ações conjuntas que foram denominadas pela cúpula de ‘descontaminação’ e a conseqüente punição aos criminosos. Na reunião prévia de hoje (4), foi senso comum que a droga é razão para a prática de outros crimes, sobretudo envolvendo menores que, segundo o capitão David Pires, estes já estão chegando na ‘ponta do crime’, ou seja, estão organizados e aparelhados. Como sugestão, ficou para ser discutido a criação de um centro de internação e reabilitação para o menor infrator, em parceria entre as prefeituras de Aragarças, Bom Jardim e Piranhas, “já que ocorre a migração dos menores infratores” e de criminosos adultos quando o cerco aperta em algumas dessas cidades”, concordam as autoridades.

O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, garantiu esforços e reforço para a ‘operação descontaminação’, já visando as férias de julho, com a temporada de praia que aumenta o fluxo de turistas e o risco do tráfico e do consumo de drogas. Por sua vez o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia, garantiu para a operação, agentes e delegados para auxiliarem nas delegacias de Aragarças e Piranhas, com o intuito de desafogarem a delegada Azuen, e o delegado Joaquim. Dr. Aredes que receberá o prefeito Marcão em seu gabinete em Goiânia, lembrou que se a prefeitura de Aragarças doar o lote, DGPC (Diretoria Geral de Polícia Civil) buscará na Secretaria Estadual da Segurança, o recurso necessário para a construção do prédio próprio da Delegacia de Polícia que, atualmente funciona em uma casa mantida pela prefeitura.

Tanto a promotora Fabiana Cândida, quanto o juiz Vinícius Caldas, afirmaram que não tolerarão os excessos de policiais e dos criminosos, mas que apoiarão as medidas que serão executadas dentro dos limites da Lei. As autoridades entenderam a necessidade urgente de se quebrar o sentimento de impunidade entre a sociedade e a criminalidade. “As nossas polícias, o Judiciário, e o Ministério Público são equipados e preparados para investigar, prevenir, combater e punir os criminosos. Estamos em uma região de divisa de estados (Goiás/Mato Grosso), e pela liberdade de ir e vir, Aragarças que tem 18 mil habitantes, é considerada em vários aspectos, e aí se inclui a segurança, como se tivesse um população de 100 mil habitantes, considerando ainda que pra cá convergem duas rodovias federais”, disseram. Para o Cap. David Pires (4ª CIPM/Aragarças) há a necessidade urgente da assinatura do convênio entre as secretarias estaduais de Segurança Goiás/Mato Grosso, dando seqüência ao planejamento da segurança compartilhada.

Fonte: http://www.jlocal.com.br/aragarcas.php?pesquisa=3153

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Comandante Geral acompanha operação bloqueio em rodovia

O coronel Carlos Antonio Elias, Comandante Geral da PM, juntamente com comitiva de oficiais susperiores estiveram na tarde de ontem (27), na sede da 2a Companhia Rodoviária, na cidade de São Luiz de Montes Belos de Goiás, onde participaram de uma demonstraçao de abordagem de veículos de transporte de passageiros, utilizados pelos policiais daquela Companhia no combate ao tráfico de drogas e recaptura de foragidos, principlamente de outros estados.

Durante as abordagens realizadas em dois ônibus interestaduais, foi apresentado pelo comandante do policiamento da capital, coronel Cabral uma proposta a ser avaliada pelo comandate, duas técnicas diferentes de abordagens a ônibus, caso aprovada, ser inclusa no Procedimento Operacional Padrão – POP PMGO.

A primeira técnica, realizada por um grupo de 03 (três) ou 04 (quatro) policiais militares, que inclui uma abordagem no interior do veículo, sem a necessidade de que os passageiros desçam do ônibus; a segunda, consiste na verificação externa, neste caso, um policial militar adentra no interior do veículo abordado e coordena a descida ordenada de cada passageiro individualmente que é abordado por policiais que estão no lado externo do veículo.

Toda operaçao foi acompanhada pelo coronel Antônio e comitiva, sendo feitas observações positivas na técnica aplicada e elogiou a tropa do Batalhão Rodoviário pela forma com que tem desenvolvido as abordagens em todos os postos rodoviários do estado.

Durante a visita foi apresentado ainda pelo comandante da 2a Companhia Rodoviária, um balanço parcial da produtivdade daquela companhia nos últimos meses de 2009, onde contabiliza a apreensão de mais de 70 (setenta) quilos de drogas  – pasta base de cocaína, 15 (quinze) flagrantes de embriaguez ao volante, mais de 50 (cinquenta) foragidos de várias partes do país recapturados, alem das ocorrências de apreensão de contrabando de DVDs, CNH falsificada, entre outras.

Fonte: Capitão Eldecírio da Silva – cmt da 2ª CIA BPMRV

Briga no Estádio Serra Dourada faz Polícia Militar adotar restrições

Torcedores do Goiás ficam proibidos de entrar no estádio, nos próximos dois jogos, com bandeiras, faixas e sinalizadores.

Fonte: Jornal Diário da Manhã

Os torcedores do Goiás estão proibidos de entrar no Estádio Serra Dourada portando artigos de torcida. A punição vale para os próximos dois jogos do time: contra o Fluminense, na quinta-feira, 30, pela Copa do Brasil, e o domingo, 3, contra o Atlético Goianiense, na final do Campeonato Goiano. Estão vetados bandeiras, faixas, sinalizadores e qualquer outro artigo que se refira ao time. A única exceção são as camisetas, que ajudam na identificação do torcedor.

A medida foi tomada após o episódio de violência no último domingo, 26, durante o jogo entre Goiás e Atlético Goianiense. A briga teria estourado entre integrantes de facções da Força Jovem, torcida organizada do Goiás. A briga, iniciada entre torcedores, logo virou um conflito contra os policiais do Batalhão de Choque, que revidaram com tiros de bala de borracha e bombas de efeito moral. Torcedores reagiram jogando pedras e bancos, arrancados da arquibancada, contra os PMs. Não foram registradas ocorrências envolvendo o Atlético.

“A ideia não é estragar o espetáculo, mas garantir que ele aconteça de forma organizada”, afirmou o comandante do policiamento no Serra Dourada, tenente-coronel Guerra. No último domingo, seis membros de torcida organizada foram presos no estádio, dos quais metade já tinha passagem por outros crimes. A punição é garantida por termo de ajuste de conduta, firmado em 2007 entre PM, Ministério Público (MP) e torcidas organizadas.

Por enquanto, não há uma lei, nem meios que proíbam a entrada de torcidas organizadas em estádios. A frequência de casos de violência entre estes torcedores, entretanto, pode levar a uma proibição definitiva destas entidades, como defende o comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias. Até amanhã, ele deverá encaminhar ao MP o relatório do último jogo. Anexado ao documento, ele enviará o vídeo do conflito e o pedido de extinção das torcidas organizadas no Estado.

“O que aconteceu foi uma barbaridade”, lamenta Elias. Segundo a Polícia Militar, dentro da Força Jovem existem facções rivais. O conflito de ontem teria sido provocado por desentendimentos entre estes grupos.

Integrante da Força é preso

Um dia depois do conflito, a Polícia Militar (PM) prendeu integrante da Força Jovem em posse de armas, munições, drogas e camisas de outros times. Alexandre Silva Bernardo, 19, o “Xandinho”, foi flagrado em casa, na Vila Maria Luiza. Ele foi encaminhado ao 19° Distrito Policial, onde foi autuado.

Xandinho seria membro conhecido de torcidas organizadas. Seria filiado à Força Jovem há dois anos. Ele nega já ter participação em brigas. O arsenal encontrado na casa do rapaz depõe contra ele. Foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda de fabricação caseira, um facão, uma barra de ferro, dois bastões de artes marciais, uma porção de maconha, R$ 800 em dinheiro e 26 camisas de clubes diversos, além de bandeiras e faixas.

“Do ponto de vista das torcidas organizadas, estas camisas são como troféus”, ressalta o coordenador da operação, tenente Barcelos. Elas seriam arrancadas de torcedores durante as brigas. Dois outros irmãos do torcedor também estão envolvidos com as organizadas.


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