O coronel Carlos Antonio Elias, Comandante Geral da PM, juntamente com comitiva de oficiais susperiores estiveram na tarde de ontem (27), na sede da 2a Companhia Rodoviária, na cidade de São Luiz de Montes Belos de Goiás, onde participaram de uma demonstraçao de abordagem de veículos de transporte de passageiros, utilizados pelos policiais daquela Companhia no combate ao tráfico de drogas e recaptura de foragidos, principlamente de outros estados.
Durante as abordagens realizadas em dois ônibus interestaduais, foi apresentado pelo comandante do policiamento da capital, coronel Cabral uma proposta a ser avaliada pelo comandate, duas técnicas diferentes de abordagens a ônibus, caso aprovada, ser inclusa no Procedimento Operacional Padrão – POP PMGO.
A primeira técnica, realizada por um grupo de 03 (três) ou 04 (quatro) policiais militares, que inclui uma abordagem no interior do veículo, sem a necessidade de que os passageiros desçam do ônibus; a segunda, consiste na verificação externa, neste caso, um policial militar adentra no interior do veículo abordado e coordena a descida ordenada de cada passageiro individualmente que é abordado por policiais que estão no lado externo do veículo.
Toda operaçao foi acompanhada pelo coronel Antônio e comitiva, sendo feitas observações positivas na técnica aplicada e elogiou a tropa do Batalhão Rodoviário pela forma com que tem desenvolvido as abordagens em todos os postos rodoviários do estado.
Durante a visita foi apresentado ainda pelo comandante da 2a Companhia Rodoviária, um balanço parcial da produtivdade daquela companhia nos últimos meses de 2009, onde contabiliza a apreensão de mais de 70 (setenta) quilos de drogas – pasta base de cocaína, 15 (quinze) flagrantes de embriaguez ao volante, mais de 50 (cinquenta) foragidos de várias partes do país recapturados, alem das ocorrências de apreensão de contrabando de DVDs, CNH falsificada, entre outras.
Fonte: Capitão Eldecírio da Silva – cmt da 2ª CIA BPMRV
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Torcedores do Goiás ficam proibidos de entrar no estádio, nos próximos dois jogos, com bandeiras, faixas e sinalizadores.
Fonte: Jornal Diário da Manhã
Os torcedores do Goiás estão proibidos de entrar no Estádio Serra Dourada portando artigos de torcida. A punição vale para os próximos dois jogos do time: contra o Fluminense, na quinta-feira, 30, pela Copa do Brasil, e o domingo, 3, contra o Atlético Goianiense, na final do Campeonato Goiano. Estão vetados bandeiras, faixas, sinalizadores e qualquer outro artigo que se refira ao time. A única exceção são as camisetas, que ajudam na identificação do torcedor.
A medida foi tomada após o episódio de violência no último domingo, 26, durante o jogo entre Goiás e Atlético Goianiense. A briga teria estourado entre integrantes de facções da Força Jovem, torcida organizada do Goiás. A briga, iniciada entre torcedores, logo virou um conflito contra os policiais do Batalhão de Choque, que revidaram com tiros de bala de borracha e bombas de efeito moral. Torcedores reagiram jogando pedras e bancos, arrancados da arquibancada, contra os PMs. Não foram registradas ocorrências envolvendo o Atlético.
“A ideia não é estragar o espetáculo, mas garantir que ele aconteça de forma organizada”, afirmou o comandante do policiamento no Serra Dourada, tenente-coronel Guerra. No último domingo, seis membros de torcida organizada foram presos no estádio, dos quais metade já tinha passagem por outros crimes. A punição é garantida por termo de ajuste de conduta, firmado em 2007 entre PM, Ministério Público (MP) e torcidas organizadas.
Por enquanto, não há uma lei, nem meios que proíbam a entrada de torcidas organizadas em estádios. A frequência de casos de violência entre estes torcedores, entretanto, pode levar a uma proibição definitiva destas entidades, como defende o comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias. Até amanhã, ele deverá encaminhar ao MP o relatório do último jogo. Anexado ao documento, ele enviará o vídeo do conflito e o pedido de extinção das torcidas organizadas no Estado.
“O que aconteceu foi uma barbaridade”, lamenta Elias. Segundo a Polícia Militar, dentro da Força Jovem existem facções rivais. O conflito de ontem teria sido provocado por desentendimentos entre estes grupos.
Integrante da Força é preso
Um dia depois do conflito, a Polícia Militar (PM) prendeu integrante da Força Jovem em posse de armas, munições, drogas e camisas de outros times. Alexandre Silva Bernardo, 19, o “Xandinho”, foi flagrado em casa, na Vila Maria Luiza. Ele foi encaminhado ao 19° Distrito Policial, onde foi autuado.
Xandinho seria membro conhecido de torcidas organizadas. Seria filiado à Força Jovem há dois anos. Ele nega já ter participação em brigas. O arsenal encontrado na casa do rapaz depõe contra ele. Foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda de fabricação caseira, um facão, uma barra de ferro, dois bastões de artes marciais, uma porção de maconha, R$ 800 em dinheiro e 26 camisas de clubes diversos, além de bandeiras e faixas.
“Do ponto de vista das torcidas organizadas, estas camisas são como troféus”, ressalta o coordenador da operação, tenente Barcelos. Elas seriam arrancadas de torcedores durante as brigas. Dois outros irmãos do torcedor também estão envolvidos com as organizadas.
Mais vagas nos presídios
abr 12
Antônio Elias pede mais vagas nos presídios
por Ulisses Aesse, Diário da Manhã.

O comandante-geral da Polícia Militar, Carlos Antônio Elias, fez uma avaliação a esta coluna sobre a atual situação dos reeducandos do regime semiaberto no Brasil.
A população anda meio assustada com casos como o do foragido do regime semiaberto, Kaiser Murilo Lucas, que manteve sua ex-mulher refém por 9 horas, além de ter praticado violência contra outras pessoas.
Segundo o comandante, a abordagem do problema pelas autoridades está um tanto quanto equivocada e precisa ser aprofundada. Existem cerca de 500 mil presos no País e outros 700 mil estão com mandado de prisão em aberto. Os presídios estão superlotados, e os critérios para migrar ao regime semiaberto são muito brandos.
O comandante sugere enfrentar o problema pelo seguinte princípio: criar um número de vagas suficientes na cadeia para atender a demanda. Só então será possível cortar o mal pela raiz.
— Países como os Estados Unidos perceberam isso. Os norte-americanos fizeram programas intensos para aumentar o número de vagas nos presídios. Só então conseguiram reduzir os índices de criminalidade — enfatiza Antônio Elias.
Mesmo com as dificuldades, a polícia tem feito sua parte. No mês de dezembro de 2008, eram recuperados, em média, quatro presos por dia. Neste mês, o número subiu para dez fugitivos que retornam para as celas todos os dias. Para este repórter, o único problema é um certo descompasso entre o sistema repressivo, no caso, a polícia, e o sistema Judiciário, que coloca nas ruas o que a polícia prendeu.
Esse descompasso é prejudicial para a população civil. Primeiro, porque a polícia, por estar permanentemente armada, tem sua proteção. Segundo, porque membros do Poder Judiciário têm a prerrogativa e o privilégio (se quiserem) de andar armados ou protegidos pela força policial. Quem sofre mesmo é o pobre cidadão comum. Sem segurança e, às vezes, sem Justiça.
Fonte: Diário da Manhã
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Carlos Antônio Elias, cita como o primeiro fator para a redução no número de homicídios a Operação Legalidade. Para ele, é uma prova de que muitos bares são locais que influenciam diretamente no aumento dos crimes. “Descontaminamos o ambiente urbano.” Ele frisa que Goiás é um exemplo para o Brasil. “Estamos mostrando para o Brasil uma nova Polícia Militar, que atua ao lado do cidadão, presente no meio social.”
Elias informa que a criminalidade caiu também nos casos de furto, roubo e tráfico de drogas. Ele destaca que a PM estará mais presente nas escolas com a Operação Nota Azul.
O delegado Jorge Moreira, titular da Delegacia de Investigação de Homicídios, afirma que a redução dos homicídios é reflexo da queda da criminalidade como um todo. Acredita que os números ainda representam as ações conjuntas desenvolvidas pelas polícias Militar e Civil, comunidade e instituições religiosas.
Ele diz ainda que quanto aos inquéritos na Delegacia de Homicídios, 70% deles são esclarecidos rapidamente e enviados ao Ministério Público: “Os acusados são identificados e presos. Temos uma equipe competente para combater o crime.”
O juiz Jesseir Coelho afirma que percebeu, em sua área de trabalho, uma certa redução nos casos de homicídios. “75 casos ainda é um alto número, que pode ser reduzido ainda mais com uma ação continuada.
Fonte: Jornal O Popular
Na manhã da última sexta-feira (06), em um trecho da Avenida 84, no Setor Sul, policiais militares do 1° BPM depararam com um indivíduo tentando roubar uma GM Blazer de uma mulher. Frustrado pela PM, o assaltante tomou a bolsa da vítima e fugiu disparando em direção aos policiais, o que deu inicio a uma troca de tiros que durou cerca de cinco minutos.
O assaltante, que tinha o apoio de comparsas em um veículo, foi atingido na perna. Já o soldado Ronaldo Barbosa da Cunha, motorista da viatura, teve a manga da farda rasgada por um tiro de raspão.

Comitiva da Segurança Pública avalia carnaval de Caldas Novas: secretário Ernesto Roller (de camisa branca) e comandante Antônio Carlos Elias (D) apontam redução da criminalidade durante a festa
O investimento do governo estadual na ordem de R$ 200 mil para a segurança do carnaval garantiu uma folia tranquila aos goianos. A avaliação é do secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, que esteve ontem, juntamente com o comandante da Polícia Militar de Goiás, coronel Antônio Carlos Elias, em Caldas Novas, Três Ranchos e São Simão para avaliar o policiamento das cidades turísticas do Estado. Hoje, a comitiva visita Pirenópolis, Goiás e Aruanã.
“Constatamos uma redução da criminalidade. Os recursos tiveram um ótimo impacto na segurança pública. Neste período disponibilizamos um aumento de 4 mil policiais, o que signfica um reforço no efetivo de cerca de 800 policiais por dia nas cidades turísticas”, declara o secretário. Segundo ele, o resultado obtido superou as expectativas do governo.
Hoje, o policiamento será reforçado para o retorno dos turistas. “Não houve nenhuma ocorrência grave no interior”, disse o comandante-geral da PM. Segundo ele, o radiopatrulhamento aéreo em todas as regiões contribuiu para a redução da criminalidade nesta época do ano. “Nossa visita teve como objetivo apoiar os comandantes em suas operações e avaliar os resultados do nosso planejamento, que foi extremamente positivo”, explica.
Em Caldas Novas, o coronel Elias constatou que, em 20 anos, nunca se viu tantas prisões em flagrante. Em Rio Quente uma quadrilha tentou fazer arrastão na Praia do Cerrado, mas em uma ação rápida da Polícia Militar todos foram presos e os objetos, recuperados. Além disso, cinco veículos tomados de assalto em Goiânia foram recuperados e duas quadrilhas foram presas por furto de veículos e outra especializada em roubo de residência.
Por Iris Bertoncini
Especial para o DM
Com o objetivo de reforçar o policiamento na região comercial de Goiânia, o Comando do Policiamento da Capital – CPC, disponibilizou mais 100 policiais militares que atuavam na parte administrativa da corporação e mais 22 viaturas, que somados aos empregados na operação Boas Festas iniciada na semana passada perfaz um total de 550 policiais militares e 140 viaturas, que vão intensificar as abordagens e o patrulhamento principalmente na região comercial da capital.
O início da operação reforço contou com a presença do comandante geral da PMGO coronel Carlos Antônio Elias, que fez questão de afirmar que a corporação está trabalhando diuturnamente com o objetivo de garantir ao cidadão mais segurança e comodidade principalmente no período das festas de final de ano onde o movimento no comércio aquece.
O comandante aproveitou ainda a presença dos veículos de imprensa para repassar a sociedade dicas de segurança, dando um alerta às pessoas para que evitem saírem com grandes quantias em dinheiro e aos comerciantes alertando-os sobre a permanência de grandes valores nos caixas da empresas, caso precisem de apoio podem acionar a Polícia Militar através do telefone 190 ou pelo número dos celulares estampados nos vidros das viaturas.
Diário da Manhã | Edição nº 7756
Da Redação
Os números da queda de homicídios em janeiro são avaliados pelo secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, como reflexo das ações preventivas desencadeadas na Operação Legalidade. Ele pontua que os 15 primeiros dias de 2009 preocuparam e depois o índice caiu satisfatoriamente. Roller considera que, depois que os bares começaram a ser fechados, houve redução de 1,73% de mortes por dia, comparado ao mesmo período do ano passado, para 0,72% mortes-dia.
E diz que no final da semana passada – 23 e 24 de janeiro – não foi registrado homicídio na Capital. O secretário volta a explicar que a intenção da PM não é fechar estabelecimentos somente por falta de documentação, mas sim os locais que acabam servindo de fachada para crimes.
O coronel Carlos Antônio Elias, comandante-geral da PM, diz que a queda na criminaliade não se limitou aos índices de homicídio. De acordo com ele, o balanço apresentado pela polícia analisou as ocorrências registradas durante os primeiros 11 dias da operação, que se iniciou no dia 15 de janeiro.
Diário da Manhã | 30 de Janeiro de 2009 | Edição nº 7754
João Paulo Teixeira
Da editoria de Política & Justiça
O comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, Carlos Antônio Elias, acredita que pelo menos 60% dos bares e estabelecimentos fechados pela “Operação Legalidade” não têm condições de retomar o comércio. Na estimativa, mais de 900 bares e restaurantes não reabririam as portas no Estado. Em Goiânia, o número ultrapassaria 340 estabelecimentos.
Para ele, o impedimento se daria pelo favorecimento que bares e boates dão à criminalidade. Outra razão, enfatiza, é que a maioria dos comerciantes não teria condições técnicas para requerer o alvará de funcionamento do estabelecimento à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedem).
“Há o requisito legal para obter o alvará de funcionamento e principalmente, no que tange à Segurança Pública, ausência de fatores que impeçam a criminalidade”, afirma. Para obter o documento no órgão municipal, é preciso licença de uso do solo, autorização da Vigilância Sanitária e inspeção do Corpo de Bombeiros. “Muitos não conseguem sequer atender às condições primárias”, afirma o comandante.
Hoje, o Código de Posturas do Município de Goiânia (legislação municipal que estabelece exigências para concessão de alvará) não estipula nenhuma relação com a criminalidade gerada ou agravada pelo estabelecimento comercial. “Essa discussão não compete à Polícia Militar, mas, de fato, se forem cumpridas as exigências técnicas, não podemos fechá-los”, afirma o comandante.
Augusto Diniz
Do DM Online
A Operação Legalidade, realizada pela Polícia Militar (PM), já fechou cerca de 1,5 mil bares e estabelecimentos comerciais no Estado, que apresentam alguma irregularidade, principalmente a falta de alvará junto à prefeitura. No último final de semana, a PM chegou a registrar queda de 61% na criminalidade em Goiânia. Pais e mães de família ouvidos pelo DM apoiam o trabalho da corporação (veja enquete abaixo). Autoridades e entidades classistas também dão suporte à iniciativa.
Iniciada na quinta-feira, 15 de janeiro, a operação, que começou visando uma lista inicial de aproximadamente 1,2 mil estabelecimentos em Goiânia e região metropolitana, se estendeu para Anápolis. Na terça-feira (20), a vistoria em bares e locais que oferecem situações propícias para a ocorrência de criminalidade foi adotada no Entorno do Distrito Federal. Como forma de aplicar a medida em todo o Estado, Rio Verde foi uma das cidades na qual a operação foi lançada, na última sexta-feira (23). Secretário da Segurança Pública, Ernesto Roller comemora os resultados. “Estamos lidando com vidas”, explica. “Temos compromisso com a segurança da sociedade”, enfatiza. Satisfeito com os resultados da operação até o momento, o comandante da PM, coronel Carlos Antônio Elias, informa que foi procurado na semana passada por um jornal nacional para comentar o sucesso da ação e que recebeu os cumprimentos de integrantes do Ministério da Justiça, que estiveram em Goiânia na última quinta-feira.

Comandante-geral da PM, Carlos Antônio Elias: “Precisamos do apoio e da compreensão de todos”
Marcos Coelho
Da Editoria de Cidades
Diário da Manhã, 20 de Janeiro de 2009 | Edição nº 7744
Cai em 61% a criminalidade em Goiânia e região metropolitana após quatro dias da Operação Legalidade da PM. O balanço divulgado na manhã de ontem contabilizou mais de 1,2 mil locais fechados dos mais de 2 mil vistoriados em Goiânia, Aparecida e Anápolis, entre quinta-feira (15) e domingo (18). Na Capital, foram 720 estabelecimentos. Ações são consideradas de rotina pelo comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias. A Justiça, por meio de liminar, autorizou ontem a reabertura de quatro estabelecimentos, entre eles, a Boate Santa Fé Hall.
As armadilhas da cocaína
nov 23



