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A justa homenagem da Câmara de Aparecida à Polícia Militar

Por Ozair José
líder da bancada do PP na Assembleia Legislativa

Com iniciativa do vereador Ezizio Barbosa (PMDB) a Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia prestou, dia 28 de julho, homenagem aos 151 anos da Polícia Militar goiana. A cerimônia foi realizada no Centro Cultural José Barroso e contou com diversas autoridades, como o vice-governador Ademir Menezes (PR), que representou o governador Alcides Rodrigues (PP), a primeira-dama do município e secretaria do Bem-Estar Social, Carmem Silvia, o deputado federal Chico Abreu (PR), entre outras.

Paralelo à homenagem, o evento também serviu de palco para uma audiência pública que debateu a segurança pública em Aparecida de Goiânia. Cerca de 15 PMs entre major, coronéis e soldados foram agraciados com o título de cidadãos aparecidenses com proposituras de vereadores de legislaturas passadas e a atual.

O vereador Ezizio Barbosa lembrou que a PM goiana é um exemplo para todo País, o que a credencia a receber homenagens como a que foi prestada. “Precisamos reconhecer o trabalho de nossa Polícia Militar, sobretudo porque são homens e mulheres que muitas vezes colocam sua vida em risco em nome da nossa segurança, e aqui em Aparecida isso fica ainda mais evidenciado”, lembra o vereador.

O presidente da Câmara, João Antônio Borges (PSB), também falou sobre a importância da data. “Para a Câmara é um momento de muita alegria poder fazer parte dessa festa de aniversário da PM. Mais uma vez isso reforça nosso apreço por uma instituição tão séria”, destacou o presidente.

O comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias, um dos homenageados, ficou lisonjeado pela iniciativa da Câmara. “Isso demonstra o reconhecimento de nosso trabalho, com ações como esta a Câmara prova que é uma parceria importante na luta pela segurança pública”, ressaltou. O coronel aproveitou para anunciar a abertura de concurso público que vai abrir 1.000 vagas para suprir o deficit de policiais militares em todo Estado.

Registro, portanto, como altamente relevante a iniciativa da Câmara de Aparecida de Goiânia em prestar homenagens aos 151 anos de fundação da Polícia Militar de Goiás, ao mesmo tempo que concedeu títulos de cidadania a diversos integrantes da corporação.

Na Assembleia Legislativa, tem atuado, ainda no governo Marconi Perillo e agora no de Alcides Rodrigues, em defesa dos interesses da Polícia Militar, reivindicando novas unidades, efetivos, munições, enfim, melhores condições para que a segurança pública esteja ao alcance de toda a população aparecidense.

Sou testemunha do trabalho profícuo realizado pelos membros da Polícia Militar em Aparecida de Goiânia, um município onde é alto o índice de criminalidade, de violência contra a vida humana. Mesmo diante das dificuldades, os membros da PM atuam de forma dedicada, responsável e com elevado espírito de servir bem à comunidade.

Entendo que o governo estadual precisa reforçar ainda mais o apoio que oferece à corporação – da mesma forma que deve fazer em relação à Polícia Civil e ao Corpo de Bombeiros. A população espera que as instituições públicas realizem um trabalho realmente de resultado, principalmente na área de segurança pública.

Neste momento de comemorações, quero cumprimentar todo o efetivo da Polícia Militar na pessoa do comandante-geral, coronel Carlos Antônio Elias, um homem correto, trabalhador, bom pai de família e altamente comprometido com o trabalho desenvolvido pelo governador Alcides Rodrigues no sentido de oferecer serviços de qualidade em relação à segurança pública.

A história da Polícia Militar do Estado de Goiás apresentou grande crescimento ao longo dos 151 anos de existência, se tornando “Patrimônio dos Goianos”, e para essa evolução foi necessário o aumento constante do efetivo que gerou a criação de várias unidades na capital e interior.

Há alguns anos, foi elaborado um estudo aprofundado da descentralização de Comandos que resultou a aprovação da nova metodologia de comando na corporação e foi decretado de imediato a descentralização do Comando de Policiamento do Interior e da Capital. Os antigos CPI e CPM se dividiram em Comandos Regionais.

A descentralização em Regionais permite que a política de segurança pública do Comando Geral da Polícia Militar seja transmitida com maior agilidade, e os problemas sejam detectados e administrados de acordo com as necessidades, tratando prioritariamente cada situação na medida exata e com as providências necessárias e atuantes.

Esta forma de descentralizar o Comando Operacional dá ao coronel o poder de decisão e, ao mesmo tempo, agiliza a resolução de quaisquer questões na sua área de atuação. Foi um passo para a modernidade, proporcionando a segurança pública com mais qualidade.

A Polícia Militar de Goiás irrita poderosos

05/08/2009 - MATÉRIA PUBLICADA NO Jornal Diário da Manhã

Desde que o coronel Carlos Antônio Elias assumiu o comando geral da Polícia Militar de Goiás, os barões do crime organizado entraram em polvorosa. Não é fácil duelar com um profissional obstinado que faz da ética um sacerdócio inegociável. A refrega fica pior quando o sujeito é corajoso e não tem rabo preso.

Logo de início, sem alarde ou quizilas particulares, ele varreu os inconvenientes, colocando no “front avançado” oficiais com linhagem militar irretocável. Suportou em silêncio o arrufo e as previsíveis irritações de interesses contrariados. Suas energias foram canalizadas para sufocar a criminalidade. Numa guerra desigual, considerando que o banditismo não exige licitações, os avanços estão acorrendo com sacrifícios que poucos imaginam.

Adotou tolerância zero nos desvios de conduta dos homens de farda e ordenou bater de frente com os tubarões da safadagem. Com isso, comprou rixa natural com os que acostumaram a manter ações criminosas em acordos que untam vários umbigos. O cartel que controla jogos de azar, incluindo os caça-níqueis que parecem brotar do solo como se fossem de outro planeta, está furibundo.

Sem mistérios, exigiu pulso firme no combate aos narcotraficantes, receptadores de mercadoria roubada, ferros- velhos e gatunos que já ousavam intimidar policiais. Quem conhece dos bastidores, sabe que a tática surtiu efeito e está irritando milionários que os anzóis da lei ainda não fisgaram.

Alguns deles, agastados com prejuízos na rentável moenda do lucro criminoso, ordenou desforra incendiária. No rol das sacanices, inclui desgaste – sob todos os métodos possíveis – da cúpula que reza na cartilha do coronel Antônio.

A macabra trama dos chefões das quadrilhas é espalhar o terror para desmoralizar o comando. O que interessa a esse grupelho ordinário é afastar os que ousam bulir com suas engenhocas de furtar tolo. Alguns deles chegam ao atrevimento de frequentar colunas sociais e degustar vinhos de safra nobre acompanhados de figuras carimbadas da alta sociedade.

Para a aflição da calhorda que se atola na libertinagem, existem duas pedras no caminho das suas más intenções: o secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, e o governador Alcides Rodrigues. Afáveis no trato particular, esses dois homens públicos provaram ser valentes em defesa dos que acreditam. Resultado: não será fácil, como já acorreu no passado, desmontar os que estão coesos em defesa da comunidade.

Os que atualmente ocupam posições de confiança não estão no cargo por acaso. Antes de imaginar que cedo ou tarde eles vão retroceder no combate ao crime, doa ao poderoso que doer, é melhor preparar as malas e mudar para o raio que os partam. Goiás não tem vocação para se transformar no Rio de Janeiro. O atual comandante, assim como os que estão ao seu lado, tem o respaldo dos homens de bem.

Rosenwal Ferreira é jornalista e publicitário (rosenwal@terra.com.br)

Polícia Militar: 151 anos de história que dignifica os goianos

Artigo do Deputado Leandro Vilela publicado no Diário da Manhã

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Polícia Militar, guardiã da cidadania

Artigo do Vereador Anselmo Pereira publicado no Diário da Manhã

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ARAGARÇAS, ARENÓPOLIS, BALIZA, BOM JARDIM E PIRANHAS NO FOCO DA SEGURANÇA.


Descontaminação e punição são tônicas do combate ao crime em Aragarças e região

(04.05.09) Visando a identificação dos crimes mais freqüentes na região, e a elaboração de um projeto conjunto entre as polícias Militar e Civil, Ministério Público, e prefeituras, para o combate especialmente ao tráfico de drogas, é que a cúpula da segurança de Goiás, se reuniu hoje (04/05) em Aragarças. O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia Pires, juntamente com o comandante Regional da PM, Cel. Pacheco e o delegado regional Cleiton Collodete, após visitas à delegacia de Polícia e ao Fórum, se reuniram no gabinete do prefeito Marcão(Aragarças), com a participação do juiz Vinícius Caldas, promotoras Fabiana Cândido e Wania Marçal, Cap. David Pires (Cmte. Da 4ª CIPM/Aragarças), delegada de Aragarças, Azuen Albarello; delegado de Iporá, Ronaldo Leite Pinto; delegado de Piranhas, Joaquim Adorno; diretor da 5ª Regional Centro-Oeste da Superintendência do Sistema de Execução Penal, Eder Coelho Tavares; além dos prefeitos Cleudes Baré(Bom Jardim) e Samuel Rodrigues(Piranhas).

Outra reunião ficou marcada para o dia 14 de maio, às 14h00, no Fórum de Aragarças, para o planejamento de ações conjuntas que foram denominadas pela cúpula de ‘descontaminação’ e a conseqüente punição aos criminosos. Na reunião prévia de hoje (4), foi senso comum que a droga é razão para a prática de outros crimes, sobretudo envolvendo menores que, segundo o capitão David Pires, estes já estão chegando na ‘ponta do crime’, ou seja, estão organizados e aparelhados. Como sugestão, ficou para ser discutido a criação de um centro de internação e reabilitação para o menor infrator, em parceria entre as prefeituras de Aragarças, Bom Jardim e Piranhas, “já que ocorre a migração dos menores infratores” e de criminosos adultos quando o cerco aperta em algumas dessas cidades”, concordam as autoridades.

O comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Cel. Carlos Antônio Elias, garantiu esforços e reforço para a ‘operação descontaminação’, já visando as férias de julho, com a temporada de praia que aumenta o fluxo de turistas e o risco do tráfico e do consumo de drogas. Por sua vez o diretor geral de Polícia Civil, Aredes Correia, garantiu para a operação, agentes e delegados para auxiliarem nas delegacias de Aragarças e Piranhas, com o intuito de desafogarem a delegada Azuen, e o delegado Joaquim. Dr. Aredes que receberá o prefeito Marcão em seu gabinete em Goiânia, lembrou que se a prefeitura de Aragarças doar o lote, DGPC (Diretoria Geral de Polícia Civil) buscará na Secretaria Estadual da Segurança, o recurso necessário para a construção do prédio próprio da Delegacia de Polícia que, atualmente funciona em uma casa mantida pela prefeitura.

Tanto a promotora Fabiana Cândida, quanto o juiz Vinícius Caldas, afirmaram que não tolerarão os excessos de policiais e dos criminosos, mas que apoiarão as medidas que serão executadas dentro dos limites da Lei. As autoridades entenderam a necessidade urgente de se quebrar o sentimento de impunidade entre a sociedade e a criminalidade. “As nossas polícias, o Judiciário, e o Ministério Público são equipados e preparados para investigar, prevenir, combater e punir os criminosos. Estamos em uma região de divisa de estados (Goiás/Mato Grosso), e pela liberdade de ir e vir, Aragarças que tem 18 mil habitantes, é considerada em vários aspectos, e aí se inclui a segurança, como se tivesse um população de 100 mil habitantes, considerando ainda que pra cá convergem duas rodovias federais”, disseram. Para o Cap. David Pires (4ª CIPM/Aragarças) há a necessidade urgente da assinatura do convênio entre as secretarias estaduais de Segurança Goiás/Mato Grosso, dando seqüência ao planejamento da segurança compartilhada.

Fonte: http://www.jlocal.com.br/aragarcas.php?pesquisa=3153

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Briga no Estádio Serra Dourada faz Polícia Militar adotar restrições

Torcedores do Goiás ficam proibidos de entrar no estádio, nos próximos dois jogos, com bandeiras, faixas e sinalizadores.

Fonte: Jornal Diário da Manhã

Os torcedores do Goiás estão proibidos de entrar no Estádio Serra Dourada portando artigos de torcida. A punição vale para os próximos dois jogos do time: contra o Fluminense, na quinta-feira, 30, pela Copa do Brasil, e o domingo, 3, contra o Atlético Goianiense, na final do Campeonato Goiano. Estão vetados bandeiras, faixas, sinalizadores e qualquer outro artigo que se refira ao time. A única exceção são as camisetas, que ajudam na identificação do torcedor.

A medida foi tomada após o episódio de violência no último domingo, 26, durante o jogo entre Goiás e Atlético Goianiense. A briga teria estourado entre integrantes de facções da Força Jovem, torcida organizada do Goiás. A briga, iniciada entre torcedores, logo virou um conflito contra os policiais do Batalhão de Choque, que revidaram com tiros de bala de borracha e bombas de efeito moral. Torcedores reagiram jogando pedras e bancos, arrancados da arquibancada, contra os PMs. Não foram registradas ocorrências envolvendo o Atlético.

“A ideia não é estragar o espetáculo, mas garantir que ele aconteça de forma organizada”, afirmou o comandante do policiamento no Serra Dourada, tenente-coronel Guerra. No último domingo, seis membros de torcida organizada foram presos no estádio, dos quais metade já tinha passagem por outros crimes. A punição é garantida por termo de ajuste de conduta, firmado em 2007 entre PM, Ministério Público (MP) e torcidas organizadas.

Por enquanto, não há uma lei, nem meios que proíbam a entrada de torcidas organizadas em estádios. A frequência de casos de violência entre estes torcedores, entretanto, pode levar a uma proibição definitiva destas entidades, como defende o comandante-geral da PM, coronel Carlos Antônio Elias. Até amanhã, ele deverá encaminhar ao MP o relatório do último jogo. Anexado ao documento, ele enviará o vídeo do conflito e o pedido de extinção das torcidas organizadas no Estado.

“O que aconteceu foi uma barbaridade”, lamenta Elias. Segundo a Polícia Militar, dentro da Força Jovem existem facções rivais. O conflito de ontem teria sido provocado por desentendimentos entre estes grupos.

Integrante da Força é preso

Um dia depois do conflito, a Polícia Militar (PM) prendeu integrante da Força Jovem em posse de armas, munições, drogas e camisas de outros times. Alexandre Silva Bernardo, 19, o “Xandinho”, foi flagrado em casa, na Vila Maria Luiza. Ele foi encaminhado ao 19° Distrito Policial, onde foi autuado.

Xandinho seria membro conhecido de torcidas organizadas. Seria filiado à Força Jovem há dois anos. Ele nega já ter participação em brigas. O arsenal encontrado na casa do rapaz depõe contra ele. Foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda de fabricação caseira, um facão, uma barra de ferro, dois bastões de artes marciais, uma porção de maconha, R$ 800 em dinheiro e 26 camisas de clubes diversos, além de bandeiras e faixas.

“Do ponto de vista das torcidas organizadas, estas camisas são como troféus”, ressalta o coordenador da operação, tenente Barcelos. Elas seriam arrancadas de torcedores durante as brigas. Dois outros irmãos do torcedor também estão envolvidos com as organizadas.


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